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15 de mai. de 2014

Almost Humans - 1ª Temporada



Essa daqui também tem história: ano passado, quando eu fiquei sabendo que o Il Volo viria fazer uma turnê aqui no Brasil eu fiquei super chateada por não poder vislumbrá-los e escutá-los de perto. E quando uma amiga minha (que por sinal conheceu o grupo por meu intermédio), me disse iria ao show e que conseguiria um autógrafo dos meninos (ou até mais), eu fiquei quase depressiva, chorando pelos cantos, sem conseguir dormir direito de tão feliz/triste que eu estava. Sério, nem eu estava me reconhecendo, mas não conseguia sair daquele buraco.

Aí eu encontrei o vídeo com os três primeiros minutos da série: Karl Urban (eu já disse que amo esse cara?), com armamentos potentes e a boca ranzinza que só ele consegue fazer... Eu costumo dizer que o meu animo foi de zero a cem em três minutos. (xD) A série não só se tornou um vício imediato como também bateu o recorde de quantidade de vezes assistidas (devo ter visto o primeiro episódio umas 5 vezes, sem contar a que verei para fazer este post).

Essa série estadunidense de 2013 tem vários grandes nomes por trás: Bad Robot Productions (produtora de séries como Lost, Fringe e Person of Interest), J. J. Abrams (que produziu e dirigiu os dois filmes de Star Strek em 2009 e 2013) e Bryan Burk (premiado pelo seriado Lost). No elenco, além do (meu amado) Karl Urban (como a coisa linda do detetive Kennex), temos Michael Ealy (com o papel de um androide para lá de encantador chamado Dorian, parceiro de Kennex), Mackenzie Crook (um engenheiro pra lá de maluco que solta uma pérola melhor que a outra e que eu só descobrir que fez Piratas do Caribe graças ao especialista Paulo Ricardo Fogasa) e uma participação para lá de especial de John Larroquette (o Lawrence Van Dough do filme Riquinho) no episódio 09.
Vai ser lindo assim em outro lugar, pqp! D:

O enredo se passa em 2048, a evolução incontrolável da ciência e tecnologia causaram um impressionante aumento da taxa de criminalidade em 400%. Para combater isto, a força policial implementou uma nova política: cada oficial de polícia tem um parceiro androide. John Kennex é um policial meio problemático: ele detesta esse sistema de parceiragem com robôs por que dois anos antes, quando Kennex e seu esquadrão estavam desmascarando uma violenta gangue conhecida como Insindicato, foram levados até uma emboscada e descobertos. Kennex tentou salvar seu parceiro ferido, mas um robô MX que os acompanhava abandonou o local, por achar que as taxas de sobrevivência eram baixas demais. Ocorreu uma explosão e Kennex perdeu sua perna e seu parceiro. Depois de um coma de 17 meses, ao voltar à ativa, ele é obrigado a aturar outro androide do modelo MX-43 (e uma das cenas mais lindas do episódio 01 é quando ele joga o androide do carro em movimento).  Ele foi substituído por outro modelo, mais antigo, chamado "DRN", criado para parecer o máximo possível com um ser humano (os robôs DRN conseguem, na teoria, lidar com sentimentos e mostrar reações humanas, por esta razão, foram substituídos pelos robôs lógicos "MX"). 

Eu adoro essa cara de sério. :3
Na época que essa série estreou, eu ainda estava acompanhando umas 7 series simultaneamente. Apesar ter prometido a mim mesma que não pegaria mais nenhuma, fiz uma exceção. Primeiro por que era uma série do Urban (o que por si só já é um motivo muito convincente). Segundo por que, por ser uma série dele, eu poderia pegar melhor a fisionomia do personagem principal da minha fanfiction (que, olha a coincidência!, é baseada em um outro personagem que ele fez. Rsrsr)

Cada um dos 13 episódios possui altos e baixos. As conversas entre Kennex e Dorian no carro são hilárias (em especial a do episódio 02), fora as piadas irônicas e as referências ocultas (que podem ser somente fruto da minha imaginação fértil e paranoicamente apaixonada) ou escancaradas (tipo os “cinquenta tons de roxo” do episódio 03).

Por falar em Dorian, o Michael Ealy conquistou praticamente todas as amigas para quem eu indiquei a série, e confesso que em muitos momentos eu tive uma quedinha por ele. E é graças a esse androide fofíssimo que a série fica HILÁRIA! A cada episódio o Dorian apronta uma de suas inconveniências que sério, eu fico as gargalhadas (principalmente com as expressões do Kennex, alvo majoritário dessas piadas). Mas sempre que o Urban entrava em cena, meus caros, todas aquelas caras e bocas e expressões mal humoradas e sem jeito, e aquela voz grave... ah cara, impossível superá-lo. :3

De todos os episódios, o meu preferido é o 12 (Espectador). No cenário de tecnologia avançada que a série está inserida, existem os cromos, pessoas que foram geneticamente feitas para não terem doenças, com atributos tipo visão e raciocínio aprimorado, com alguma aptidão artística ou atlética e etc. Nesse episódio, o encontro de um cromo morto por ataque cardíaco leva Kennex, Dorian e Stahl (uma cromo policial por quem o Kennex é apaixonado) em direção a um assassino em série que utiliza nanorrobôs para roubar características físicas de suas vítimas com o objetivo de montar o rosto perfeito. Eu gosto desse episódio por que esse talvez seja o que mostra o que algumas pessoas são capazes de fazer para ter uma aparência perfeita, ou para apresentar uma aparência perfeita, só para mais tarde descobrir que ela não é ou não deveria ser o fator primordial em uma pessoa. E sabe o episódio que tiram para judiar do personagem principal? Pois é, tiraram esse episódio para zoar do Kennex. Fiquei mesmo com pena dele e muito chateada por não poder entrar na tela para consolá-lo.

Infelizmente, a série deixou muitas pontas soltas. Inícios sem fins, expectativas (eu realmente gostaria de ver o Kennex usando a perna nova), vontades loucas de vê-lo com aquele shortinho de dormir... Pelo que tenho visto, Almost Humans alcançou um relativo sucesso em comparação a outras séries da FOX, no entanto, o J. J. Adams logo estará compromissado com o novo filme de Star Wars e o Urban com o novo filme de Star Treck, então.


Para a minha imensa tristeza, o cancelamento da série foi confirmado. E eu cá estou sofrendo pela perda da minha dose semanal de Kennex. :’(

24 de abr. de 2014

As Crônicas de Riddick (The Chronicles of Riddick)



Vin Diesel é Richard B. Riddick, o ultimo furyano livre. Ao ser matar a equipe de mercenários que o caçava e roubar a nave dos mesmos, Riddick vai para o planeta Helion Prime, onde a recompensa por ele teve início, desconfiando que Imam (talvez o mais próximo de uma pessoa de confiança que Riddick tenha) o tenha denunciado. Mas Imam o apresenta a Aereon (Judi Dench), uma enviada da raça dos Elementais, que providenciou para que Riddick fosse trazido à Helion Prime. Ela explica que ele é parte de uma profecia que afirma que um Furyan, um dia desafiara e matará o lorde dos Necromongers, Lord Marshal.

Nessa mesma noite, os Necromongers (uma raça de conquistadores que viajam através do espaço para converter a todos os habitantes em Necromongers. Ou matas os que se opõem a ela.) invadem e Helion Prime e conquistam o planeta. Quando Imam é morto tentando proteger sua família, Riddick fica enfurecido, e quando os Necromongers se reúnem junto aos sobreviventes para espalhar o “Subverso” e converter os habitantes, Riddick desafia o homem que matou Imam e o vence em batalha. A vitória de Riddick levanta as suspeitas de Lord Marshal e quando elas são confirmadas, por meio da descoberta de que Riddick é um Furyan e, portanto, alguém que ameaça seus planos e sua vida, ele condena Riddick a morte. Ele consegue escapar, mas é levado prisioneiro pelo mesmo caçador de recompensas do início do filme.


É quando Riddick pede para batalhar com o Necromonger que o motivo de eu assistir a esse filme se revela:


(O para sempre amado) Karl Urban é Lorde Vaako, um Necromonger incumbido por Lorde Marshal de caçar e matar Riddick. :3

Esse é um filme estadunidense de 2004, e apesar de não ser O filme... É um ótimo filme para se ver em um final de semana  em que não se tem nada para fazer. rsrs

10 de abr. de 2014

Star Trek - The Original Serie - 3ª Temporada


A terceira e última temporada da série clássica só foi lançada em 1968 graças à surpreendente quantidade de cartas que chegava a emissora pedindo a continuação da série. Exibida inicialmente às segundas-feiras, o horário de exibição foi mudado para as sextas-feiras a noite, o temido “Horário da Morte” devido á baixa audiência do público jovem. Como se não bastasse, a série teve seu orçamento reduzido e bem, acabou que o fim foi inevitável.

Episódio 02 - Elaan of Troyius – Dois planetas em guerra tentam firmar um acordo de paz casando seus herdeiros. A missão da Enterprice é levar Ellan, do planeta Elas, até o planeta de seu futuro marido. Acontece que Ellan é uma mulher mimada, acostumada a ser obedecida, grosseira com todos então, de quebra, acaba sobrando para Kirk a tarefa de hã... Educá-la para ser mais civilizada. Como não poderia ser diferente, Kirk fica apaixonado por ela graças as “Lágrimas de Elas”, uma poderosa reação bioquímica que ocorre quando as lágrimas das mulheres desse planeta entram em contato com a pele masculina.

Episódio 06 - Spock's Brain – Cara, a minha história com esse episódio é antiga. Eu comecei a assistir a série ainda pelo Canal 21, acho que em 2006, ou perto dessa data (se alguém se lembrar exatamente o ano, por favor, avisem-me). O canal estava exibindo a série desde o início e eu era tão fissurada que cheguei a acompanhar pelo guia de episódios qual seria exibido no dia e qual seria o próximo. Pela sinopse, na época, eu tinha calculado que esse episódio em específico iria ao ar em mais ou menos 2 meses a partir da data em que eu estava (eles estavam passando a segunda temporada ainda). Aí, faltando TRÊS SEMANAS para esse bendito passar... O canal saiu do ar. Eu fiquei com tanta raiva, mas tanta raiva que apaguei TODOS os arquivos que eu havia salvado nos disquetes (eu não tinha computador nessa época, e tinha que ver tudo no PC da escola. :p). Voltando ao episódio, tudo começa quando o celebro de Spock é roubado, cirurgicamente removido por uma alienígena que entrou na Ponte de Comando e apagou todo mundo. E só em Jornada nas Estrelas para ter um paciente ajudando um médico a operar o próprio cérebro. Kkkkk

Episódio 08 – The Empath - Ao visitar um planeta condenado, o grupo de desembarque (Kirk, McCoy e Spock) ficou sujeita a experiências torturantes por alienígenas poderosos. Lá esses encontram “Joia”, uma empata (pessoa capaz de sentir emoções e absorver os danos sofridos por outras pessoas e, uma vez absorvidos, curá-los. O que gostei nesse episódio é que foi um episódio leve, gostoso de ser visto. E eu quaase derramei uma gota de lágrima quando o McCoy ficou a beira da morte. ;’(

Episódio 10 - For the World is Hollow and I Have Touched the Sky – Realmente gostaria de ver esse episódio sendo abordado em um dos filmes atuais. Adoraria ver o (meu para sempre amado ) Karl Urban sendo bulinado. Kkkk (:3) Algumas coisas podem ser muito interessantes e bizarras nessa série, tipo uma nave, camuflada como um planeta, com um sistema de controle mental e tal e coisa... E que guarda seus maiores segredos em um livro de papel. :x É tipo... Whaaaat? Rsrsrsrs

Apenas um comentário sobre o episódio 14 - That Which Survives: O Spock sabe ser MUITO irritante às vezes. A ponto de me dar vontade de surrar esse elfo alienígena!  (Rsrsrs) Mas eu adoro o Spock. :3

E quando você pensa que já viu de tudo... A série me vem com uma versão arcaica do Zetsu (do anime Naruto). xD É a primeira vez que ouço o termo “monocromático” ser dito de tão pejorativamente... O episódio é o Let That Be Your Last Battlefield, e mostra o resultado do ódio extremo em duas mentalidades opostas, mas muito similares no objetivo de destruição mutua.

The Cloud Minders (episódio 19) – Uma história de amor melhor que Crepúsculo (e olha que o Spock está no meio. Rsrsr)

Requiem For Methuselah (episódio 21) – Conhecendo Tio Mathusa e seu androide. xD <- Novo episódio favorito.

Falando sério, quando li que essa temporada sofreu cortes de orçamento, eu sinceramente esperava algo bem meia boca. Mas CARAMBA! Essa temporada é ótima! Me arrisco a dizer que muito melhor que a primeira (da segunda então, nem se fala, a melhoria é absurda). Se pegarmos a criatura do episódio 22 (The Savage Curtain) e compararmos com a do episódio “The devil in the dark” por exemplo, geente, a diferença é MUITO grande. Os efeitos estão melhores, as historias estão mais atraentes, os enredos mais caprichados, sério, muito boa mesmo.

2 de mar. de 2014

Eleventh Hour – O Último Recurso - 1º Temporada



A história acompanha o Dr. Jacob Hood (Rufus Sewell), um biofísico brilhante que trabalha como consultor do governo americano nas investigações dos casos mais sinistros que envolvem tecnologia biológica/química/física de última geração. Hood é a última linha de defesa do governo, e é sua missão manter os avanços científicos fora das mãos de quem tem más intenções. A Agente Especial Rachel Young (Marley Shelton), uma guardiã executiva do FBI, é enviada para proteger Hood.

O interessante dessa série é que os casos são completamente diferentes entre si, abordando, por exemplo, a clonagem humana, um vírus mutante que era mantido numa empresa de armazenamento sem proteção, uma mulher congelada em uma das praias mais quentes dos EUA ou a morte de 30 pessoas da mesma cidade por um raio inexplicável… Enfim, são episódios bem construídos, e com um detalhe no mínimo curioso: os eventos mostrados podem MESMO ocorrer, em uma chance incrivelmente pequena, é verdade, mas com os avanços científicos atuais, pelo menos eu, não duvidaria.

Infelizmente, essa é uma daquelas series promissoras que são canceladas logo na primeira temporada. O que de certa forma foi bom, por que a segunda temporada corria o serio risco de ficar repetitiva ou, no mínimo, sem graça. Mas eu queria mesmo continuar a ver o maravilhoso Rufus Sewell nesse papel, combinou muito bem com ele. T.T

É o tipo de série que agradeço até hoje por ter conhecido em TV aberta e por ter conseguido rever.

12 de fev. de 2014

20 Mil Léguas Submarinas - Jules Verne



Desde que comecei a me aventurar pela literatura dos séculos passados (uma busca mega-rápida indicou que a obra mais antiga da minha estante é do séc. XVI) eu sempre me preocupei em buscar algo sobre o autor e sobre o período (cronológico e literário) em que ele está situado. Essa (linda) edição publicada pela Ed.Zahar trás uma maravilhosa apresentação do autor e da obra. É de se apaixonar antes mesmo de se começar a ler.

Nascido na França de 1828, JULES Verne começou a exercitar seu talento para a literatura com dramas históricos, livretos de operetas e pequenas histórias de viagens, sem, no entanto, conseguir prestígio na área. Sua carreira como escritor foi alavancada graças à associação com o editor Pierre-Jules Hetzel, que já trabalhava com grandes nomes da época, como Alfred de Brehat, Victor Hugo, George Sand e Erckmann-Chatrian. A novela “Cinco semanas em um balão” (1862) foi o primeiro destaque na carreira de Verne.

O Ano é 1866, em diversas partes do mundo, navios de diversas nacionalidades começam a naufragar ou a sofrer sérios e inexplicáveis estragos. As poucas descrições fornecidas por quem presenciou os acidentes, e conseguiu chegar vivo a alguma costa, levam o mundo cientifico a crer que se trata de uma espécie de gigante marinho “cumprido, fusiforme, fosforescente em certas ocasiões e maior e mais veloz que uma baleia”. A bordo da fragata Abraham Lincon, o professor Aronnax participa de expedição incumbida de encontrar e abater tal monstro. Após dias de uma caçada às cegas, e de uma perseguição exaustiva, Aronnax, seu ajudante Conselho e o arpoador Ned Land descobrem que o monstro marinho é, na verdade, uma maravilha submarina concebida pelas mãos humanas.

A obra é narrada pelo professor Arronax como se fosse um diário de viagem. Ora instigante, ora arrastada (principalmente nos rompantes de termos científicos e explicações numéricas). Ainda assim, é interessantíssima.

Após algumas horas de cativeiro, Aronnax e seus companheiros se descobrem a bordo do Náutilus, uma maravilha mecânica e náutica projetada e construída pelo misterioso Capitão Nemo (por sinal, esse cara merece um post somente para ele... Quem sabe no futuro?). Apiedando-se dos invasores, Nemo os deixa vivos e livres dentro de sua embarcação, mas sem a possibilidade de retornarem à terra firme. Mas as maravilhas guardadas pelas profundezas do oceano e as descobertas propiciadas pelo Náutilus ofuscam, ao menos inicialmente, toda a sensação de cativeiro que o professor poderia ter.
Dividida em duas partes (de 24 e 23 capítulos cada), a edição conta com mais de 70 ilustrações originais de Édouard Riou (1838-1900), que por sinal, foram pessoalmente supervisionadas por Verne. E como não amar uma edição que trás alguns comentários de rodapé feitos pelo próprio autor? Impossível! *-*

Tenho pra mim que a grande jogada de Jules Verne foi saber dosar a realidade e as projeções da ciência do Séc. XIX com um enredo fictício bem elaborado e instigante. Em alguns momentos da narrativa, você não consegue saber onde o fato científico termina ou onde o ficcional começa. E as referencias utilizadas por Verne, são em sua maioria (senão todas) verídicas. Cientistas, navegadores, escritores (inclusive com uma linda referencia a Victor Hugo), alguns fatos históricos (e essa edição trouxe vários comentários sobre cada uma dessas referencias) e etc, tudo foi feito para dar verossimilhança ao Náutilos.


E o objetivo foi alcançado com louvor, a história é simplesmente INCRÍVEL!

8 de fev. de 2014

John Carter: Entre Dois Mundos (John Carter)



Sabe o tipo de filme que você não dá nada por ele, mas que acaba te surpreendendo horrores? Essa produção de 2012 é um ótimo exemplo disso.

Jonh Carter é um personagem criado em 1912 por Edgar Rice Burroughs (também criador de Tarzan, que por sinal, é um dos futuros lançamentos da Zahar). Jonh é um veterano confederado da Guerra Civil Americana que é transportado misteriosamente para Marte, onde passa a viver aventuras entre os inesperados marcianos e as paisagens fantásticas do planeta. A série completa das aventuras desse personagem soma 10 livros, revistas em quadrinhos e duas mini-séries animadas.

Marte não é o planeta morto que nós conhecemos. Nele há vida. Barsoom é um planeta em colapso. Castigado pela contínua guerra entre duas cidades rivais. Na Terra, o jovem Edgar Rice Burroughs recebe de seu tio, Jonh Carter, uma herança substancial após sua misteriosa morte. No diário deixado por Carter, Edgar encontra uma história... Interessante: de como ele foi para Marte, digo, Barsoom, e o que ele fez por lá.

O legal é o Carter falando para o Ned escrever um livro no final do filme. kkkk

É um ótimo filme. Sério. Pena que não terá continuação... L

3 de fev. de 2014

Star Trek - The Original Série - 2º Temporada



A segunda temporada de Star Trek foi ao ar entra 1967 e 1968. Apesar da baixa audiência que a série estava tendo, a emissora decidiu manter a exibição devido à qualidade dos espectadores ("homens bem educados de renda alta"). De fato, as cartas que o estúdio recebia para a série vinham de doutores, cientistas, professores e outros tipos de profissionais, e eram na maior parte letrados (e escritos em papel de escritório).

Episódio 04 – Who Mourns For Adonais? : Os temas dos episódios são tão aleatórios e inesperados que até a Mitologia Grega é abordada. Enquanto a USS Enterprise rumava para um planeta qualquer, a nave se depara com um campo de força estranho. Um grupo de exploração liderado por Kirk são levados a presença de um homem que se identifica como Apolo. Linda caracterização de Apolo por sinal. =x

Episódio 05 – Amok Time: Eu sempre digo que qualquer episódio que dê uma atenção especial ao Spock se torna um grande episódio, a Entertainment Weekly classificou este como um entre os 10 mais notáveis de TODA a série. Spock está agitado, sem controle sobre suas ações. Depois de anos recusando licenças de descanso, ele solicita a Kirk ir a seu planeta natal. As coisas se desenrolam até um combate até a morte entre Kirk e um Spock completamente fora do seu normal. Esse é o único episódio da série ambientado no planeta Vulcano.

Episódio 07 - Wolf in the Fold – Kirk e McCoy levam Scotty a Argelius II, um planeta conhecido pelo pacifismo, pela hospitalidade e pelo hedonismo (escola de pensamento que defende que o prazer – sem dor - é o único bem intrínseco) para que ele pudesse ter um momento relaxante após um evento traumático em ou outro planeta. Scotty se aproxima de uma dançarina do ventre e a leva para um passeio. Uma série de assassinatos bizarros aponta Scotty como o principal suspeito. Por que eu destaquei esse episódio? Por que séculos e séculos depois de nossa realidade, eles retomam a lenda de Jack, o Estripador. E eu adoro quando retomadas como essas são feitas. Kkk

Episódio 10 – Mirror, Mirror – Considerado tanto pela Entertainment Weekly quanto pela IGN um dos 10 episódios notáveis de toda a série. Uma tempestade iônica gera um problema no sistema de transporte da Enterprise, que leva o grupo composto por Kirk, McCoy, Uhura e Scotty (que deveriam persuadir o Conselho Halkan a firmar um pacto de aliança para exploração mineral) a uma Enterprise diferente. Logo Kirk e seu grupo chegam á conclusão que a tempestade iônica gerou uma troca de universo entre suas contrapartes.

Esse episódio foi o segundo (pelo menos que eu consegui reparar) a englobar a existência de um Universo Paralelo coexistindo com o nosso. O primeiro foi na primeira temporada, no The Alternative Factor, embora, nesse caso, as personalidades de ambos universos coexistiram no mesmo corpo.

Episódio 11 - The Deadly Years – Uma expedição de abastecimento á unidade de pesquisa do planeta Gamma Hydra IV expõe Kirk, Spock, McCoy, Scotty e uma ordenança aleatória a uma radiação que acelera o envelhecimento físico e mental da pessoa. À medida que o episódio, e o envelhecimento da equipe avançam, Kirk é afastado de seu cargo e um Comodoro da Frota Estrelar sem experiência em campo assume o comendo da Enterprise e a coloca em combate contra Romulanos. Apesar de esse ser um episódio um tanto quanto chato e arrastado, nos últimos minutos, outro episódio da primeira temporada é retomado: o Corbomite (do The Corbomite Maneuver) é um elemento inventado por Kirk que, supostamente, destruiria qualquer elemento que atacasse a Nave Estrelar.

Por falar em retomadas de episódios, o 12º dessa temporada, “I, Mudd”, resgata um personagem de “Mudd's Women”. Harry Mudd é um contrabandista e vigarista que insiste em cruzar o caminho de Kirk e de sua tripulação. Ao menos ele rende episódios engraçados. 

E as convergências não param. Dessa vez o resgatado é um comandante Klingon do episódio Errand of Mercy (27º da primeira temporada). O episódio é o The Trouble With Tribbles (13º na ordem que estou acompanhando), que por sinal também esta na lista dos 10 episódios notáveis de toda a série pela Entertainment Weekly quanto pela IGN. Nesse episódio a nave chega à Estação Espacial K-7 para proteger um carregamento de grãos. A coisa esquenta quando, alem de ficar cara a cara com o representante Klingon (que exige o direito de folga para sua tripulação), eles precisam lidar com uma coisinha fofa, voraz e de reprodução descontrolada. (Fora que também vemos a habilidade da série em reaproveitamento de atores, o braço direito do Comandante Klingon também esteve no episódio The Alternative Factor). 

Episódio 15 - Journey To Babel – Também classificado com um dos 10 mais notáveis da série. Nesse episódio, a Enterprise se torna encarregada de levar comitivas de diferentes partes do universo ao planeta Babel, onde acontecerá um evento diplomático da Federação. Entre essas comitivas, está a do convidado de honra: o embaixador vulcano Sarek e sua esposa (Pai e mãe de Spock). O mais engraçado é ver McCoy tentando fazer Spock admitir que ele é mais humano do que o meio vulcano deixa transparecer. 

Episódio 25 - The Omega Glory – A Enterprise descobre a U.S.S. Exeter a deriva próximo a um planeta. Quando Kirk, Sopck, McCoy e um “Camisa vermelha” aleatório vão investigar o que aconteceu com a tripulação da Exeter, descobrem que ela foi atacada por uma praga desconhecida. O ultimo registro da nave que eles devem ir á superfície do planeta encontrar o Capitão Ronald Tracey, único sobrevivente da Exeter. Apesar de a atmosfera ser praticamente idêntica á da Terra, Dr. McCoy encontra resquícios de uma guerra biológica antiguíssima ocorrida entre os Yangs e os Kohms (qualquer semelhança entre Yankees e Communists NÃO é mera coincidência).

É isso. A segunda temporada teve muitos episódios bons. E também uns tres episódios chatérrimos, verdadeiros testes de paciência (tanto é que da primeira vez que tentei ver, acabei abandonando no episódio 18). Fiquei bem contente por ter conseguido terminar os 26 episódios dessa vez. ^^

27 de dez. de 2013

Padre (Priest)



Filme americano de 2011, baseado em um Manhwa (revistas em quadrinhos da Coreia do Sul que equivale aos mangás japoneses) de mesmo nome.

Desde o inicio dos tempos, os homens lutam pela sobrevivência e pelo domínio do mundo contra os vampiros. As eras de luta deram a vitória aos humanos, mas o mundo inteiro pagou o preço pelas sangrentas batalhas. O mundo virou um deserto, os humanos sobreviventes são obrigados a viver em cidades muradas sob o controle teocrático de uma entidade chamada de "Igreja" enquanto que os vampiros remanescentes são confinados em "reservas". Nesse ambiente, os Padres se destacam como guerreiros da Igreja (e treinados por ela) que, após reverteram a situação a favor dos humanos, passaram a ser temidos, exterminados e, os poucos remanescente, jogados ao anonimato... Assim como a propria existencia dos vampiros.

Na verdade, um filme desse passaria quase despercebido na minha lista de “Filmes Para Ver” (filmes de terror/ com cenas de tortura não são exatamente a minha praia) se não fosse por um porem: Esse filme faz parte da filmografia do meu BANG-MASTER Karl Urban... E eu pretendo assistir a cada produção que esse pedaço de mal caminho participou. (:3)
A trama gira em torno de um Padre (Paul Bettany) que, contrariando as ordens da Igreja, parte em busca de sua sobrinha, sequestrada após um ataque de vampiros. Ele conta com a ajuda de Hiks (Cam Gigandet ), namorado da garota que também é o xerife da cidade onde ela morava com seu pai, Owen (Stephen Moyer) e sua mãe (ex-namorada do Padre, antes deste ser recrutado pela Igreja). Karl Urban faz o papel de Black Hat, o vampiro por trás do sequestro de Lucy.

É um filme ótimo de se ver. Cenas bem montadas e trilha sonora maravilhosa. 

22 de nov. de 2013

Elfen Lied (Mangá)




Mangá criado por Lynn Okamoto e publicado entre Junho de 2002 e Agosto de 2008.

As pessoinhas que gostam de jorros de sangue irão adorar a história. São mais de 15 mortes sangrentas em menos de 3 capítulos. E isso tudo no primeiro volume.

Lucy é uma diclonius, uma espécie mutante parecida com os humanos na forma, mas distinguíveis por dois chifres na cabeça e pelos vetores, braços transparentes controlados mentalmente que têm o poder de manipular e cortar objetos dentro do alcance. Ao fugir do laboratório em que era mantida presa, o capacete de Lucy é atingido por uma bala. Assim surge Nyu, uma garota meiga, infantil e que não consegue falar nada além de “nyu”. Ela passa a viver com dois primos em idade estudantil, Kouta e Yuka. Aos poucos, um triângulo amoroso surge no enredo. E um psicopata maluco com um plano (muito perverso) para acabar com a raça humana também. =x

Em 2004, ela foi adaptada para um anime de 13 episódios, e me atrevo a dizer que é um dos animes mais conhecidos pela galera que curte animações japonesas (pelo menos era no meu antigo círculo de amizades).
Eu não gosto de citar faixas etárias, mas eu não indicaria esse enredo para menores de 14 ou mesmo 16 anos (ou para pessoas sem um pingo de maturidade mental, seja lá de que idade for) simplesmente por existirem cenas de nudez explicita. É tipo, o protagonista (Kouta) tentando vestir uma menina e pegando em seios, tentando vestir um short nela de olhos fechados... Ou ela simplesmente invade a banheira enquanto ele está tomando banho... Enfim, Lembrem-se de que um seinen possui publico alvo masculino... Enfim... Para falar a verdade, algumas cenas eu não indicaria nem para menores de 18 anos.

Elfen Lied é um mangá que lida com o fator de dupla personalidade extrema: Nyu é quase uma criança pequena, infantil, doce, inocente. Já Lucy é uma assassina de sangue frio que não se importa em retalhar o que quer que esteja em seu caminho ou quem quer que tente machucar algum de seus amigos (que, por sinal, não sabem de sua existência). A história também gira em torno das interações, ideias, emoções e discriminações entre humanos e Diclonius.

Eu assisti o anime já faz muito tempo, quase 10 anos acho (velhice batendo, creeedo). Olhando somente o mangá (não lembro quase nada do anime) eu posso encontrar uma razão para ter gostado da história: um desejo de jorros e mais jorros de sangue e desmembramentos que volte e meia me assola (principalmente nos momentos de raiva desvairada). xD

Meu ultimo comentário, é que 107 capítulos estouraram a minha cota de jorros de sangue e desmembramentos pelo menos até o resto do ano. Credo.

20 de nov. de 2013

Star Trek - The Original Série - 1ª Temporada



Apesar de exigirem um pouco mais da minha paciência habitual eu AMO ver filmes e séries antigos (principalmente década de 70 ou 80). Eu adoro ver as execuções das tramas e se querem saber, algumas histórias são muito melhores dos que as que vemos atualmente. Eu simplesmente não consigo conter a minha empolgação por poder rever essa série. (=D) 

Jornada nas Estrelas é uma série de TV Norte Americana de Ficção Científica produzida entre 1966 e 1969. O sucesso foi tanto, que foram produzidas CINCO séries spin-offs e 12 filmes (14 contando com as produções de 2009 e de 2013), criando uma verdadeira mitologia dentro desse universo e cativando centenas de fãs ao longo de gerações (fãs que estão voltando com tudo graças aos filmes que estão sendo produzidos). O “The Original Serie” foi adicionado posteriormente para se diferenciar das outras produções paralelas.

A série segue as aventuras da tripulação da nave estelar USS Enterprise, comandada pelo Capitão James T. Kirk (William Shatner), o Primeiro Oficial Comandante Spock (Leonard Nimoy) e o Oficial Médico Chefe Leonard McCoy (DeForest Kelley). Essa primeira fase se passa no século XXIII.
O monólogo de introdução (epicamente) narrado por William Shatner em cada episódio estabelece o propósito da nave:

 

No episódio piloto, o capitão da Enterprise é Christopher Pike, apesar de ele não fazer parte do elenco principal, ele possui grande importância no enredo da série. O trio clássico composto por Kirk, Spock e McCoy (que, na minha humilde opinião foi uma das coisas que ajudou a imortalizar a série), assume a partir do terceiro episódio.
 
Assim como a maioria das séries dessa época, o enredo não se prende a uma trama principal. Cada episódio possui uma história independente, devidamente concluída. Nas raras exceções, a mesma história ocupa dois episódios. Às vezes (e muito às vezes mesmo), um episódio relata consequências de algum dos episódios anteriores, mas vi isso acontecer somente uma ou duas vezes. Eu não sei se o esquema de comentar os melhores episódios vai funcionar, mas veremos o que acontece:

Episódio 04 - The Enemy Within: Uma falha no sistema de transporte divide as duas forças existentes dentro de Kirk. É o que eu sempre digo, toda mulher gosta de garotos malvados (nas doses certas, é claro). Esse episódio foi considerado um dos 10 melhores de toda a série pela IGN, um dos melhores portais sobre videogame dos Estados Unidos, juntamente com “Where No Man Has Gone Before”, “The Naked Time” e “Balance Of Terror”, todos da primeira temporada.

Episódios 15 e 16 - The Menagerie (partes 1 e 2): Capitão Pike está de volta... Bem, o que sobrou dele, pelo menos. Esses dois episódios fazem o piloto da série ganhar (muito) sentido. E, se por acaso, a pessoa não viu o piloto, sem problemas, O EPISÓDIO REPRISA ele para você.  E temos Spock mostrando um pouquiiiinho de seu lado sentimental, o que sempre rende episódios consideravelmente bons. Outra coisa que, geralmente, faz os episódios de Star Treck serem ótimos é quando colocam a confiança entre Kirk/Spock – Spock/Kirk em cheque, fica muito lindo. (*-*) Preciso dizer que foram esses episódios que renderam ao Spock (e ao Sr. Leonard Nimoy) o título de soberano do meu coração enquanto Trekker.

Episódio 24 – Space Seed: Eu NECESSITO destacar esse episódio! Primeiro por que ele possui a (épica) participação do ator Ricardo Montalbán. Segundo por que esse episódio rendeu DOIS FILMES, um em 1982 e outro em 2013. Esse episódio foi destacado com um dos melhores da série tanto pela IGN quanto pela Entertainment Weekly, uma das revistas de entretenimento mais conceituadas dos Estados Unidos. O episódio gira em torno de uma nave da (nossa) década de 90 é encontrada vagando pelo espaço. Nela, 72 humanos geneticamente modificados são mantidos congelados. Seu líder, Khan, é o primeiro a despertar.

(Se a postagem não tivesse ficado tão grande, acho que eu marcaria mais uns 2 episódios). =P

14 de nov. de 2013

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind)




Eu DEFINITIVAMENTE preciso ver mais filmes... T.T

Em pleno dia dos Namorados, Joel (Jim Carrey) resolve faltar o trabalho e ir a uma praia distante de sua residência. Ele vai mesmo sem ter motivo algum para ir. Durante a viagem, ele conhece Clementine (Kate Winslet) uma garota que parece mudar de humor a cada duas frases ditas. Enfim... Os dois acabam se aproximando. Ao ver sua namorada se relacionando com outro cara e agir como se não o conhecesse, Joel descobre que Clementine pagou a uma empresa para que todas as lembranças relacionadas a ele fossem apagadas. Inconformado, Joel resolve passar pelo mesmo procedimento e apagar todas as memorias dela.

(Alguém poderia me dizer por que Mark Ruffalo só faz papel de cientista maluco?)

A partir daí, o esquema do filme muda. O filme mostra Joel passeando em suas próprias lembranças durante o procedimento de apagamento de lembranças. Imagine-se se vendo em uma sala de monitoramento cerebral com as vozes dos médicos falando (em uma fala completamente desconexa com a cena) algo sobre a voltagem dos fios, e, ao mesmo tempo em que você revive lembranças de antes de o procedimento começar.
 
Detalhe: a equipe que faz o apagamento de memórias é bizarra! O cara está quase em coma na cama, com uma parafernália cheia de fios ligados a um capacete, enquanto eles assaltam a geladeira, comem da sua comida, mexem nas suas coisas, colocam um prato de comida em cima de você, se drogam na sua cama e passam a noite toda cagando e andando para o procedimento que eles são pagos para fazer.

Aos poucos Joel percebe o quão precioso as lembranças de Clementine são. (É legal quando ela aparece chorando dizendo ao atual namorado que ele estava desaparecendo). E ai começa uma corrida desesperada para salvar nem que seja um pouco dos momentos em que passaram juntos.
O meu senso de comédia deve ser MUITO estranho, sério. O que eu vi nesse filme foi uma ficção científica muito bem disfarçada de drama, eu quase (veja bem, QUASE) fui às lágrimas. Rsrsrs