28 de nov. de 2014

Witches of East End - 2º Temporada


Cuidado, este post pode conter Spoilers da série!

Witches os East End foi uma daquelas séries que me conquistaram quase de cara (ainda mais tendo um pitel como o Daniel Di Tomasso no elenco). Apesar de ter gostado muito da primeira temporada, acabei deixando para assistir à segunda quando essa acabasse.

Enfim, pelos breves instantes em que o portal para Asgard ficou aberto (season finale da 1ª temporada), as Beauchamp perceberam que alguma coisa passou entrou em nosso mundo. Para a total surpresa delas, especialmente de Joanna, quem passou pelo portal foi Fredick, o gêmeo de Freya que havia ficado para trás, aparentemente arrependido pela traição cometida.

Acontece que ele não foi a única coisa que passou pela porta: também passou uma mandrágora, uma criatura mágica (bem bizarra e muito poderosa) com corpo que mistura homem e planta e que se alimenta da energia de sua parceira durante o ato sexual. E quem ele escolhe? Ingrid Beauchamp (a segunda mais poderosa das quatro). Os (mais ou menos) seis episódios em que ele apareceu foram os mais legais da temporada.

A série foi cancelada após o termino da segunda temporada, e, apesar da indignação de perder Killian e Dash de vista, meio que foi entendível: os últimos episódios foram tipo, só legais, entendem? Não foi nada "OMG CADÊ O RESTO!?". 

E a season finale não foi empolgante e acabou caindo no território que é fim de carreira certo para séries de história aberta: virou mais do mesmo. Freya e Killian estão com um novo obstáculo impedindo a relação dos dois (motivo esse que, de novo, se chama Dash Gardiner), alguma coisa promoverá uma caçada às bruxas em East End e, bem... Uma das quatro Beauchamp não pertence mais a este mundo.

25 de nov. de 2014

Ramsés: O Filho da Luz - Christian Jacq


Eu sempre gostei de histórias sobre o Antigo Egito. Se não me falha a memória, essa paixão foi despertada pelo desenho (antigásso) As Múmias Vivas. Lembro-me de passar horas e mais horas lendo tudo o que eu podia encontrar sobre a mitologia egípcia, e uma das minhas primeiras aventuras inventadas aconteceu à época do filme A Mumia (mas isso não tem nada a ver com o assunto dessa postagem. =P)

Depois de anos e mais anos sem ter nada que fizesse esse amor ressurgir, eis que em 2011, uma colega de faculdade me recomenda Ramsés (essa é a segunda vez que li esse livros), e até hoje eu a agradeço por ter me dado essa dica. :3

Quando a saga se inicia, Ramsés é apenas um estudante. Muito inteligente, mas de natureza indomável, o filho mais novo do grande faraó Sethi estava certo de que sua vida seguiria nos bastidores da corte do Egito, ou mesmo afastado dela. Até que um dia o faraó muda todo o seu destino. De maneira quase osmótica, o faraó começa a preparar Ramsés para o trono. Ele o inicia nos mistério de seus antepassados e dos grandes deuses, faz o príncipe conhecer as riquezas e o povo do Egito.

Nesse primeiro livro da Saga, Ramsés conhece (e recruta) seus aliados e começa a enfrentar as intrigas da corte. Os murmúrios invejosos vem de muitos lados, e as armadilhas aparecem em todos os cantos. A morte de Sethi marca o fim desse primeiro volume.

A história é incrível! É simplesmente incrível a maneira com que o autor, que, por sinal, é um egiptólogo renomado, misturou a história de Ramsés II com fantasia, não dá para saber onde termina ou onde começa a ficção.

E a narração é simplesmente deliciosa! Sem dúvida alguma, uma das minhas sagas preferidas e, a meu ver, leitura obrigatória para quem gosta de histórias ambientadas no Egito, ou de histórias que usam a mitologia egípcia. 

20 de nov. de 2014

Madame Bovary - Gustave Flaubert


Madame Bovary é, talvez, uma das leituras mais queridas da minha estante e, mais talvez ainda, o livro que iniciou meu vício por literatura clássica.

Antes que conheçamos a esposa, primeiro nos é apresentado o marido: Charles Bovary é o único médico de uma cidade pequena que durante toda sua vida fora mediano e manso, dominado primeiro por sua mãe, depois por sua primeira esposa.

Quando o novo casamento ocorre, o autor gradualmente passa a ocupar-se com Emma, uma guria campestre que, criada em um convento, lia (escondida)  romances e mais romance, viu no casamento com Charles a chance de viver aquele amor romanesco que tanto a atraía.

Frustrada, ela passa a buscar em outros o que não encontrava em Charles Bovary.
"Antes de se casar, ela pensara ter amor, mas como a alegria que deveria ser resultado daquele amor não apareceu, só podia ter se enganado, pensava. E Emma buscava saber o que significavam exatamente, na vida, as palavras felicidade, paixão e embriaguez, que tão belas lhes pareceram nos livros."
Eu gosto desse livro por ele não ser uma narração monótona, e acho que é uma ótima dica para quem quer começar a ler histórias mais clássicas.

Publicado em 1857, esse foi o tipo de livro que se tornou uma febre devido ao escândalo que causou. Gustave Flaubert (1821 - 1880) chegou a ser processado acusado de ofensa à moral e à religião. A ruptura com a literatura da época foi tão grande que, para muitos, Madame Bovary marcou o inicio da literatura realista.

16 de nov. de 2014

A Espada na Pedra - T. H. White


Comprei esse livro há uns bons dois anos em uma livraria perdida (e quase falida) de Vitória. Depois de ter lido As Brumas de Avalon, a história do Rei Arthur se tornou quase uma queridinha para mim e, quando li que esta é "a versão definitiva da saga do Rei Arthur" não tive duvidas antes de adquirir a coleção (que completei recentemente.

Quando se lê uma história medieval, espera-se que tudo no texto remeta a esse período. No entanto, T. H. White recorreu a palavras mais contemporâneas em quase todo o texto. Confesso que esse artificio me deixou um pouco decepcionada no inicio, mas isso é explicado em um dos apêndices: esse recurso foi utilizado para "aproximar a leitura da saga à compreensão" dos leitores à época da Segunda Guerra Mundial (esse livro foi publicado em 1938).

É um pouco estranho no inicio, mas dá para se acostumar (acho que eu sempre digo isso, né?) e quando você percebe, acaba gostando.

A infância de Wart (um estranho diminutivo para Arthur), foi igual a de qualquer garoto que tenha crescido como filho de um nobre. Pelo menos até a chegada de um (curioso) mago chamado Merlin (que, em vários momentos, me lembrou Gandalf, e acho que não coincidentemente). A partir de então, Wart toma lições de peixes aves de caça e selvagens, e até se encontra com Robin Hood (sim, eu me lembrei de OUT). Isso sem contar com o breve encontro com a Fada Morgana.

Por falar nela, se comparado às Brumas de Avalon, essa história é completamente diferente. E digo isso em relação à todo os misticismo que a narração dela trouxe. A Espada na Pedra está mais para uma história Disney (por sinal, o filme "A Espada era a Lei", de 1966, foi baseado no livro de White).

"A Espada na Pedra"  é a primeira das cinco parte da coleção "O Único e Eterno Rei". 

Agora, o que dizer sobre as ilustrações além do do fato de que Alan Lee foi o diretor conceitual dos filmes da trilogia O Senhor dos Anéis? :3

12 de nov. de 2014

Box Clássicos Zahar de Bolso #1



Esse é segundo Box de Clássicos de Bolso lançados pela (minha amada) Editora Zahar. Eu tenho o outro também, mas, como ainda não acabei um dos livros, prefiro deixar a postagem para mais para frente.

A meu ver, esse é tipo de Coleção que se dá para quem está começando a tomar gosto pelos livros (ou pelos clássicos). Todos eles são perfeitos para se ler antes de dormir, ou ainda para quebrar a ressaca de um livro mais denso. A linguagem dos livros é bem fácil, assim como a narração. E tem aquele gostinho de infância que deixa tudo muito mais mágico. :3


Fiquei super empolgada quando descobri o lançamento desse box (quer dizer, pô, brilha no escuro vei!) e não me arrependo totalmente da compra. Meu "arrependimento" foi por: (1) eu já tenho dois desses livros (Alice e Contos de Fadas, que também fazem parte do outro Box de Clássicos), (2) eu realmente comprei no impulso e minhas economias foram para o espaço por causa dessa compra; por fim, (3) eu me acostumei com as edições ilustradas e comentadas (:3). Como puderam perceber, não há nada a reclamar das edições.

Mas teve uma coisa que me fez ficar absolutamente encantada com o Box, e é um dos motivos de eu sempre falar que é a atenção que a Zahar possui com seus trabalhos é que me faz amá-la tanto: a caixinha veio com um pequeno "manual de uso" e é tipo TÃO fofo! :3


Ah sim! Na caixinha está escrito "Clássicos que brilham na sua estante". As letrinhas na caixa realmente brilham no escuro! *-* Queria ter conseguido ter tirado uma fotinha, mas a minha câmera não é tão boa assim, sorry. :(

O Box pode ser encontrado no Submarino por este link. E nas Americanas por este aqui.





As resenhas de cada um dos livros podem ser encontradas nas páginas:

7 de nov. de 2014

Sorteio#3 - Promoção de Aniversário de 2 Anos do Blog Meu Passatempo blá blá blá


É com um orgulho imenso que venho comemorar com vocês e com mais 35 blogs amigos o aniversário do anos do Meu Passatempo blá blá blá que neste dia 05/11 completou 2 anos de sucesso, graças a vocês. Por isso queria muito agradecer o carinho, dos seguidores que participam com suas visitas frequentes e seus lindos comentários. 
Então não fique fora dessa festa, venha comemorar conosco!