31 de dez. de 2013
27 de dez. de 2013
Padre (Priest)
Filme americano de 2011, baseado em um Manhwa (revistas em quadrinhos da Coreia do Sul que equivale aos mangás japoneses) de mesmo nome.
Desde o inicio dos tempos, os homens lutam
pela sobrevivência e pelo domínio do mundo contra os vampiros. As eras de luta
deram a vitória aos humanos, mas o mundo inteiro pagou o preço pelas sangrentas
batalhas. O mundo virou um deserto, os humanos sobreviventes são obrigados a
viver em cidades muradas sob o controle teocrático de uma entidade
chamada de "Igreja" enquanto que os vampiros remanescentes são
confinados em "reservas". Nesse ambiente, os Padres se destacam como
guerreiros da Igreja (e treinados por ela) que, após reverteram a situação a
favor dos humanos, passaram a ser temidos, exterminados e, os poucos
remanescente, jogados ao anonimato... Assim como a propria existencia dos
vampiros.
Na verdade, um
filme desse passaria quase despercebido na minha lista de “Filmes Para Ver” (filmes de terror/ com cenas de tortura não são exatamente a minha praia) se
não fosse por um porem: Esse filme faz parte da filmografia do meu BANG-MASTER
Karl Urban... E eu pretendo assistir a cada produção que esse pedaço de mal
caminho participou. (:3)
A trama gira em torno de um Padre (Paul
Bettany) que, contrariando as ordens da Igreja, parte em busca de sua sobrinha,
sequestrada após um ataque de vampiros. Ele conta com a ajuda de Hiks (Cam
Gigandet ), namorado da garota que também é o xerife da cidade onde ela morava
com seu pai, Owen (Stephen Moyer) e sua mãe (ex-namorada do Padre, antes deste
ser recrutado pela Igreja). Karl Urban faz o papel de Black Hat, o vampiro por
trás do sequestro de Lucy.
É um filme ótimo de se ver. Cenas bem
montadas e trilha sonora maravilhosa.
22 de dez. de 2013
Encontro Toca ES – Tarde no Salão de Valfenda (10/11/2013)
O Salão
de Valfenda é um espaço onde as artes encontram seu destaque. O encontro da
Toca ES de Novembro convidou todos seus membros para expressar seus talentos.
Desenhos, musicas, citações, interpretações, se fosse dentro do universo do
mestre Tolkien, estava valendo.
Fiquei
muito contente em poder participar desse evento. Depois de ter perdido algumas
oportunidade de ajudar a Toca em alguns eventos que ocorreram, já estava
sentindo falta da receptividade e do acolhimento dos entocados, e é sempre ótimo
passar a tarde ao lado de pessoas como a Maria Vitória, Landy e Samy.
Mas o melhor de tudo foram as citações e interpretações que os
entocados fizeram de trechos de O Senhor dos Anéis e de O Hobbit, foram MUITO
iradas. Com direito a contador de histórias com publico infantil e dramatização
de batalhas. xD (a essa altura do evento, a minha câmera ficou com a memória
cheia e eu não consegui mais gravar. T-T)
Agora, justificando o atraso da postagem (e eu peço MIL DESCULPAS à
TOCA ES por isso): enquanto estávamos planejando o encontro, certa pessoa falou
que iria levar sua câmera profissional. Até ai tudo bem. Levei a minha por
desencargo de consciência... Enfim, ele realmente foi e, como vi que ele
realmente estava tirando as fotos, aproveitei e comecei a gravar os vídeos da
galera. Acontece que até agora essas fotos não foram compartilhadas. O motivo?
Segundo a pessoa, as mais de 100 fotos (de um picnic com menos de 30 pessoas)
são de alta qualidade por isso demorariam a ser carregadas e editadas para
melhor qualidade das imagens. O pior de tudo foi ler, junto com essa
justificativa, que um casal está esperando há SETE MESES pelas fotos de casamento
que essa pessoa tirou. Sério, estou com pena dessa noiva.
Muita coisa deu errado durante a produção dessa postagem, a falta das fotos, a má qualidade não só de dois dos videos tirados (culpa minha, assumo) quanto das fotos que eu consegui tirar, o tempo decorrido entre o evento e essa postagem... Enfim, mas eu não queria virar o ano sem publicar ao menos os vídeos que eu consegui fazer... (não ficaram lá muito bons, mas fiz o melhor que pude)
Entocado Nkolai Cantando a canção "Isso é o que Bilbo Bolseiro detesta!" (O Hobbit, pág. 12)
20 de dez. de 2013
Invictus
A
vontade de rever esse filme era de muito antes da triste noticia do falecimento
de Nelson Mandela no dia 5 desse mês. Coincidiu do meu porta-CD de filmes ser
devolvido e de esse ser o primeiro DVD que vi. :P
Ele foi uma produção estado-unidense de 2009.
O
filme começa mostrando um pouco da realidade do país no dia em que Mandela foi
solto depois de 27 anos encarcerado. De um lado, meninos negros, jogando
futebol com uma bola surrada em um campo de grama seca e improvisado. Do outro,
um grupo de garotos brancos jogando rugby em um campo de grama verde, usando equipamentos
novos e impecavelmente uniformizados. A passagem do herói sul-africano enche um
dos lados de alegria, enquanto o outro profetiza o fim de um país “de bem”.
A
saída de Mandela da prisão leva um novo tempo à África do Sul. Mandela é eleito
presidente graças ao recém-adquirido direito de voto pela população negra. E é
aí que sua verdadeira luta contra a segregação racial imposta ao longo do Apartheid
começa. Depois de anos de forte segregação, os negros sul-africanos estão
vivendo em meio à pobreza e a violência. Os movimentos e resistência e de
opressão fazem o país ficar a beira de uma guerra civil. E os dois lados
desconfiam um do outro.
É impressionante como 15 minutos de filme conseguem passar o quão grande Nelson Mandela conseguiu ser.
Durante
um jogo de Rugby, Mandela vê no esporte mais querido pela minoria branca do
país uma chance preciosa de dizer que ele está sob a bandeira da reconciliação
e da união entre os diferentes grupos da África do Sul.
Sabe quando tem jogo da seleção brasileira de futebol e que o país inteiro simplesmente PARA? Agora imagina um país que viveu quase 50 anos separando negros e brancos cantar em UNÍSSONO em apoio a uma partida de rugby.
Sabe quando tem jogo da seleção brasileira de futebol e que o país inteiro simplesmente PARA? Agora imagina um país que viveu quase 50 anos separando negros e brancos cantar em UNÍSSONO em apoio a uma partida de rugby.
17 de dez. de 2013
White Collar – 3º Temporada
Cuidado! Esse post pode conter SPOILERS!
A coleção de arte encontrada no Submarino não está perdida. De fato, ela está (secretamente) em posse de Neal.
Episódio
04: Se você acha que Mozzie é paranoico, bem, esse episódio te fará ter certeza.
Ele é uma verdadeira Teoria da Conspiração ambulante, que vai até o extremo da
chatice e da maluquice. Mas ele, no fundo, é um sentimentalista de marca maior.
Um coração tão grande quanto a sua habilidade em irritar federais. J
Episódio
05: Nada melhor que ter o casamento com seu atual alvo de investigação
arranjado pela sua esposa. xD
Episódio
10: Não foi a toa que Peter passou 4 anos caçando Cafrey. Disparada, é um dos
episódios que mais colocam adrenalina no sangue. Está entre os meus preferidos
sem sombra de duvida. É nesse episódio que começa uma das maiores caçadas de
toda a série (mas vocês terão que assistir para saber quem estará caçando quem,
ok?).
Episódio
12: Os dois primeiros minutos (a meu ver) farão os fãs de Harry Potter ir as
gargalhadas, as referencias são brilhantemente colocadas. Para as apaixonadas
pelo Cafrey (que a essa altura já devem ser várias)... Bom, eu gostaria mesmo
de ter um professor como ele em meu ensino médio. xD E, de quebra, os garotos
conseguem algumas dicas de sedução para principiantes. =x
Episódio
13: Dessa vez é a série True Blood que empresta um de seus atores regulares, o
episódio possui a participação do lindíssimo e carnudo Joe Manganiello (que
interpreta o lobisomem Alcide em TB). O episódio pode não ser lá um dos
grandes, mas somente por ver Matt Bomer e Joe Manganiello juntos, meus caros e
minhas caras, é lindeza em dobro. (Agora, se vocês querem ir ao delírio com
essa combinação, assistam a Magic Mike)
Esses
são os únicos episódios que gostaria de destacar. O que posso dizer da terceira
temporada é que a qualidade da história principal foi mantida, os casos foram
montados de modo a desafiar os espectadores e entretecê-los, sem duvidar da
paciência (e da inteligência) dos mesmos (já vi algumas séries fazendo isso,
acho ridículo).
16 de dez. de 2013
Katekyo Hitman Reborn! (Mangá)
Criado e desenhado por Akira Amano entre 2004 e 2012, esse mangá começa como um estilo bizarro de comédia que, aos poucos, se converte em um dos melhores shounens que eu já li.
O personagem principal se chama Sawada Tsunayoshi, mais conhecido como “bom-em-nada-Tsuna”. Péssimo nos
estudos, um desastre nos esportes, Tsuna possui um complexo de perdedor
bastante apurado. Um dia, ele recebe a visita de Reborn, um bebê que afirma
que Tsuna é o herdeiro de uma das famílias mais famosas e poderosas do mundo da
máfia, a Vongola, e que ele (Reborn) foi contratado para ensinar a Tsuna tudo o
que ele precisa saber para assumir tal posto.
Logo no primeiro capitulo, o elemento humorístico do mangá
fica escancarado, a metodologia que Reborn usa é simples: se Tsuna fizer algo
de errado, espanque-o (ou exploda-o), se ele chegar a uma situação estrema,
mate-o usando a Shinuki-dan (a bala do ultimo desejo. Ela transforma o Tsuna em
um louco desvairado de cueca que não sossega enquanto seu ultimo desejo, ou o
motivo de seu arrependimento não for realizado)... Já disse que esse Reborn é
um famosíssimo assassino de aluguel? =x
Nessa primeira fase, as situações (nada normais) em que
Tsuna é colocado acaba por aproximá-lo de pessoas que farão toda a diferença quando
a história engrenar de vez, como Gokudera Hayato (um assassino especialista em
bombas), Yamamoto Takeshi (maníaco por baseball que tem a incrível habilidade
de levantar o astral de todos com seu otimismo inabalável. Segundo no meu
Top-10 de KHR ;D). Também temos o Lambo (um pirralho irritante de 5 anos
vestido como uma vaca, mas que fica uma gracinha aos 15 anos e um pedaço de mal
caminho aos 25. Terceiro Lugar no meu Top-10 KHR) e o Sasagawa Ryiohei (que
leva as coisas ao extremo, literalmente).
O vencedor extremo e eterno no meu Top-10 KHR é Hibari Kyoya,
líder do comitê de disciplina da escola em que Tsuna estuda e também líder dos
delinquentes da cidade (anti-social, capaz de amedrontar até a maior autoridade
oficial de Nanimori, Hibari é do tipo que “morde até a morte” todos que não seguem
as regras da cidade ou fazem algum dano a escola). :3
![]() |
Hibari Kyoya |
As coisas começam a ficar interessantes lá pelo capítulo 48
(sexto volume no mangá impresso), quando descobrimos que Reborn não é o único
bebê que carrega uma chupeta colorida consigo. A entrada do Colonello e do
Skull já te deixa um uma pulga atrás da orelha com um aviso claro de que “aí
tem coisa”. Aliás, são nesses capítulos que os bebês com chupetas coloridas são
chamados de Arcobalenos (personagens IMPORTANTÍSSIMOS em sagas futuras) e identificados
como os sete assassinos mais fortes de todo o mundo da máfia. Mas é a partir do
capítulo 62 (oitavo volume no mangá impresso) que a história engrena, quando o
primeiro vilão da história é apresentado. Rokudou Mokuro é um ilusionista
condenado e foragido da prisão de segurança máxima guardada pelos Vindice (uma
família de mafiosos estranha e assustadora, que guarda a prisão mais importante
e segura do mundo da máfia, também IMPOSTANTÍSSIMA em sagas futuras). Ele
também foi o único capaz de dar uma surra mais que bonita no Hibari.
Uma das coisas que gostei em KHR foi o arranjo das
habilidades especiais dos personagens com a história principal. Geralmente, a
classificação tradicional das habilidades se resume a terra, ar, água e fogo.
Nesse anime, essa separação é feita em sete partes: céu, tempestade, chuva,
trovão, sol, nuvem e névoa. E cada um possui missão e função diferente dentro
da família. Os personagens, claro, se encaixam perfeitamente em seus
respectivos elementos.
O enredo possui 4 arcos principais (5 se os “Dias normais”
forem considerados”).
O primeiro é contra Rokudou Mokurou, apesar de ser um arco
curto, ele mostra que Tsuna não é tão inútil assim. É também nessa saga que a
profundidade da relação de amizade e confiança entre Tsuna e Reborn é
(levemente) vislumbrada. E é também nesse arco que os fofíssimos hibirds
aparecem e mostram a sua habilidade de anunciar o caos. (xD)
A segunda saga, “Batalha pelos Vongola Ring” trás o grupo de assassinos profissionais da Vongola, a Varia, como oponentes principais. As lutas são lindas.
A segunda saga, “Batalha pelos Vongola Ring” trás o grupo de assassinos profissionais da Vongola, a Varia, como oponentes principais. As lutas são lindas.
O terceiro arco começa com o desaparecimento de Reborn. Na tentativa de achar seu amigo e tutor, Tsuna acaba sendo atingido pela “Bazuca dos 10
anos” do Lambo e indo para 10 anos no futuro. Essa realidade foi completamente
alterada por uma pessoa chamada Byacuran, detentor dos Mare Ring. A parte boa
(ótima na verdade, é que temos O Gokudera, Yamamoto, Ryiohei, e Hibari 10 anos
mais velhos... mesmo que por pouco tempo. :3). As lutas são ainda mais lindas que
na saga anterior (principalmente a parte final da saga), mas não chegou a ser a
minha saga preferida. Sem duvida alguma, é a mais frustrante, no entanto. ¬¬ Também
é o arco mais longo do mangá (cerca de 150 capítulos).
De volta ao passado... Quer dizer, ao presente, um novo
aluno chega à escola de Nanimori, marcando o inicio do quarto arco. O passado e
a honra de Vongola Primo (o fundador da Vongola) são colocados em prova quando
o herdeiro da Família Shimon atrapalha a cerimônia que oficializa Tsuna como
Vongola Decimo. Buscando vingança, ele não se importa em ferir pessoas. Os Novos
Vongolas Rings são postos de frente com os Terra Rings, em batalhas emocionantes
e mediadas pelos próprios Vindice. Mas
se engana quem pensa que a Familia Shimon é o único (ou o verdadeiro) inimigo a
espreita. Por incrível que pareça, as batalhas conseguem ficar ainda mais
impressionantes. É a segunda melhor do mangá.
Deixando o melhor para o final, Akira Amano reúne todos os
grupos identificados ao longo dos arcos anteriores para uma guerra de tirar o
fôlego. Os arcobalenos recebem um recado estranho: cada arcobalendo deverá
juntar uma equipe para lutar por eles, o líder da equipe vencedora, ganhará sua
liberdade. Trocando em miúdos SÃO AS BATALHAS MAIS PUTAQUEPARIVELMENTE FODAS de
TODO o mangá. Detalhe, cada arcobaleno terá direito há TRÊS MINUTOS em sua
forma original. É simplesmente lindo! *0*
14 de dez. de 2013
Café Literário (Edição Extra) – Dezembro de 2013
Eu
ouço falar do Café Literário desde a primeira vez que fiz o Pré-Vestibular (em
2009 acho). Mas por questões de horário, local ou falta de grana eu nunca
consegui ir. Mas dessa vez consegui jogar todas as desculpas no ralo.
O
café Literário é um projeto do SESC ES e tem como proposta ser espaço permanente
de diálogo, leitura de textos, troca de experiências entre o público e aqueles
que produzem literatura ou que possuam atividades afins, como jornalistas culturais,
escritores, filósofos, críticos, professores, editores e todos que se
interessem pelas áreas do pensamento.
Nesse
semestre o escritor escolhido para ser discutido foi Rubem Braga (1913 – 1990).
Infelizmente, eu não sabia que as reuniões eram mensais. E desde o ano passado,
eles fazem um encontro extra, voltado para os vestibulandos. Foi o que eu
consegui ir.
Os
livros discutidos foram Zero (Douglas Salomão) e Ai de ti, Copacabana (Rubem
Braga). O próprio autor de “Zero” participou do diálogo, enquanto a obra de
Braga foi apresentada pelo Francisco Grijó (aproveitei a chance para levar o
meu exemplar do novo livro dele para ser autografado. :3). A conversa foi
mediada pelo professor Lino Machado.
Foi
muito bom participar dessa conversa, mesmo que apenas como expectadora. E eu
estou ansiosa para poder participar do próximo. =D
![]() |
Douglas Salomão, Lino Machado e Francisco Grijó |
11 de dez. de 2013
Once Upon a Time – 1ª Temporada
Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) e o Príncipe Encantado (Josh Dallas) finalmente tiveram seu final feliz depois que a Rainha Má (Lana Parrilla) foi derrotada e expulsa do Reino. Será esse mesmo o final da história? De acordo com essa série de 2011, não.
Em
seu plano mais diabólico, a Rainha Má lança uma maldição que jogará todos os
habitantes do Reino em uma terra sem magia, acabando com todos os finais
felizes dos personagens de conto de fadas. Um lugar em que suas memórias
estariam perdidas e onde ela teria o controle máximo de tudo. Existe apenas um
elo fraco nessa maldição: Emma Swan (Jennifer Morrison), uma órfã que vive uma
existência solitária trabalhando como fiadora e caçadora de recompensas. Ok,
mas o que Emma tem a ver com essa história toda? Bem, ela é a filha de Branca
de Neve de Príncipe Encantado. De acordo com uma profecia feita por Rumpelstiltskin
(Robert Carlyle), somente ela terá poderá salvar as memórias dos personagens
dos contos de fadas e levá-los de volta ao Reino Mágico.
Os episódios englobam duas realidades diferentes, porem complementares: uma se passa no Reino Encantado. A outra, em Storybrooke, cidade que abriga os personagens de contos de fadas amaldiçoados pela Rainha Má. A partir desses dois contextos, cada episódio aborda um ou vários personagens diferentes, sempre envolvendo os personagens principais.
Os episódios englobam duas realidades diferentes, porem complementares: uma se passa no Reino Encantado. A outra, em Storybrooke, cidade que abriga os personagens de contos de fadas amaldiçoados pela Rainha Má. A partir desses dois contextos, cada episódio aborda um ou vários personagens diferentes, sempre envolvendo os personagens principais.
Episódio
04: “The Price of Gold” - É noite de baile no Reino, Cinderela vê suas irmãs e
madrasta irem ao baile. Esse é o primeiro episódio em que Rumpelstiltskin
(Rumple para simplificar) mostras seus dons de negociação. Mas e a Fada
Madrinha? Bom... Ela virou purpurina. (=x) Enfim... Nesse episódio ele se firma
como o “segundo vilão” das histórias de contos de fadas, atrás somente da
Rainha Má... Por enquanto. =x
O
que me leva a uma das características que mais gosto na série: o mesmo
personagem pode assumir papeis diferentes em histórias diferentes, sem perder
sua própria identidade. Um exemplo é o próprio Rumple: na maioria das histórias,
ele é tido como o vilão, mas no episódio 12, ele assume outra função dentro de
outra história. Assim como Branca de Neve e Chapeuzinho Vermelho que, juntas,
fazem uma breve referência á história “Branca de Neve e Vermelha de Rosa”.
Momento
confissão: eu já estava planejando rever OUT há um tempinho, mas acelerei o
processo por um motivo: Jamie Dornan. Na série, ele faz o papel do caçador
incumbido de tirar o coração de Branca de Neve. Acontece que essa pessoa foi
recentemente oficializada como Christian Grey nas telonas. (:3)
Por
falar nele, Episódio 07: "The Heart Is a Lonely Hunter” – Graham é o
Xerife da cidade. Após roubar um beijo de Emma, ele começa a se lembrar de sua
vida como Caçador. No Reino Encantado, o Caçador é contratado pela Rainha Má
para tirar a vida de Branca de Neve, mas seu coração puro o impede de matá-la.
Infelizmente, nesse episódio acontece uma perda irreparável (perda que, por
sinal, ainda não me recuperei). =(
Eu vou
abrir um precedente para os personagens também. E essa série possui VÁRIOS que
merecem cada comentário. Além do Rumple (acho que já deu para perceber que ele
é o meu favorito), eu destaco o Henry, filho biológico de Emma e filho adotado
de Regina (Rainha Má). Esse guri é muito irado! É um dos mais espertos da série
e mesmo os “vilões” se surpreendem com o que ele é capaz de fazer. Foi graças a
Henry que Emma foi parar em Storybrooke.
Episódio
12: “Skin Deep” – EU AMO A HISTÓRIA DE A BELA E A FERA!
Episódio
14: “Dreamy” – Dessa vez, o personagem alvo é Dreamy, um anão sonhador que se
apaixona por uma fada. Em Storybrook, uma festival para arrecadar donativos
para o convento da cidade reaproxima a amizade entre Mary Margaret e Leroy (um
vigia muito zangado com tudo e com todos). Assim como o episódio 12, esse me
fez ficar com os olhos brilhando do inicio ao fim. *-*
Episódio
17: "Hat Trick” – O alcance de Once Upon a Time se expande, englobando
também as histórias de Alice, de Lewis Carroll. Enquanto
Emma procura por Mary Margaret, ela acaba encontrando Jefferson, um homem estranhamente
obcecado por chapeis.
Episódio
19: "The Return” – O centro das atenções dessa vez é Rumpelstiltskin e o
estranho escritor que chegou a cidade. Talvez esse tenha sido um dos raros
momentos da temporada que eu fiquei com pena do Rumple.
Apenas
mais um comentário: poucas seasons finales foram tão ÉPICAS quanto essa.
Atualmente,
a série está em sua terceira temporada e recentemente, ganhou um spin-off, Once
Upon a Time in Wonderland (assunto para outro post).
7 de dez. de 2013
Sherlock - 1ª Temporada
Volte e meia eu falo que não sou muito chegada aos livros de Sherlock Holmes... Mas eu gosto bastante de conhecer as adaptações em que eles aparecem, é meio que uma maneira de me incentivar a pegar os livros, sei lá.
Essa
temporada foi exibida em 2010 no canal BBC em três episódios de 90 minutos cada
(recentemente descobri que teve um episódio piloto não exibido), e tem Benedict
Cumberbatch como Sherlock e Martin Freeman como Dr. John Watson. A proposta da
série é trazer o detetive de Sir Arthur Conan Doyle para o século XXI,
mantendo, é claro, conexões as histórias originais.
Essa
foi a primeira vez que assisti ao episódio piloto. Eu não tenho como não dizer
outra coisa além CARALHO, QUE FODA. (Perdoem-me o palavrão) O Sherlock vê o
Watson por, sei lá, 10 segundos, e consegue dizer onde estudou, sua profissão,
onde serviu, sobre seu suposto ferimento na perna, que tipo de relação ele tem
com o irmão e sobre a separação do irmão. A propósito, ele é capaz de te pedir para
atravessar a cidade apenas para pegar seu telefone emprestado (a expressão do
Watson é impagável. xD)
Basicamente,
temos duas versões de como os dois se conhecem e se aliam: a do episódio
piloto, propriamente dito, e a do episódio que foi exibido como o primeiro da
série. Nas duas situações, Sherlock faz uma entrada... Peculiar e impactante.
Sinceramente, eu prefiro a do episódio oficial. Na verdade, pouca coisa foi
mudada entre as duas versões. O nome é o mesmo, o caso é o mesmo... A diferença
ficou na maneira em que os personagens e o caso são apresentados... E em alguns
detalhes... =x
Ultimo
episódio da série. Sherlock está entediado... E ele não é o único. Apesar de
ele ter sido citado no primeiro episódio (o oficial), e confirmado como
antagonista de Sherlock, Moriarty começa a envolver o detetive londrino em um
jogo perigoso. Lindo, lindo demais! *-*
Como
vocês puderam perceber, essa série é de curta temporada. O que sinceramente é
ótimo por que ter paciência para aturar dez episódios de 90 minutos e de alguém
tão... Excêntrico como o Sherlock de Benedict é uma prova de resistência para
poucos. E eu nem sei dizer se teria temas para tantos episódios.
O
bom é que a terceira temporada começará ainda esse mês (o que me lembra de
procurar desesperadamente o dia de exibição do episódio).
4 de dez. de 2013
Memnoch – Anne Rice
O
quinto livro das Crônicas Vampirescas é segundo dizem, um dos mais sombrios da
coleção. (O que mais está me deixando preocupada, no entanto, é o fato de estar
chegando cada vez mais perto da única edição que falta na minha coleção para
que eu possa ler os outros livros. =P)
De
fato, ao invés do inicio brincalhão e travesso que Lestat sempre faz, vamos um imortal
assustado e, de certa forma, até coagido. Durante seu esporte preferido,
observar suas vitimas antes de dar o bote fatal, Lestat se vê perseguido por
alguma entidade estranha.
A
Vítima no caso se chama Roger, um vigarista colecionador de artes sacras
medievais. O curioso é que o desenrolar da história, até agora (26/11/13, 23h26min),
está literalmente encarnando a frase “Quando a morte conta uma história, você
deve parar para escutar”. Só que no caso, é o morto que está contando a
história. (=P) Não preciso dizer que achei essa conexão, no mínimo, curiosa.
Roger
conta a Lestat sobre sua vida, sobre sua coleção e obsessão de vida (um
escritor medieval chamado Wynken de Wilde) e sobre sua filha Dora. A conversa
deixa Lestat ainda mais apaixonado por sua vítima, e mais desolado por ter
levado a morte a ele.
Por
falar em Dora, não demora muito até ela conquistar o coração de nosso príncipe,
e teve direito até a devaneios sobre a Bela e a Fera vivendo em um convento
transformado em palazzio. O que me surpreendeu, é que foi a primeira vez que
Lestat realmente não cedeu a uma tentação. Ele mostrou tanto cuidado e zelo com
a humana, que eu caí de amores por ele. De novo.
Pois
bem, a “Coisa” finalmente se revela, Memnoch, o Demônio, quer que Lestat seja
seu braço direito, seu príncipe na oposição a Deus. Após ponderar sobre o
pedido de Memnoch, Lestat oferece a chance de ser persuadido a aceitar a
proposta.
A
descrição do paraíso feita por Lestat é tão abstrata que chega a ser incrível.
Mas essa é apenas a primeira parte da história. Ao falar sobre si, Memnoch fala
sobre Deus, sobre a criação do mundo e do homem, da matéria inorgânica à
orgânica, de como os homens foram criados à imagem e semelhança do próprio Deus
e dos anjos. Sim, Memnoch é um anjo... Um anjo que não entendeu os rumos da
criação de Deus (a humanidade), que foi incumbido de entendê-la e que foi
sentenciado a se juntar a ela depois de conhecer a plenitude do amor carnal. Um
anjo com a missão de encontrar, ensinar, guiar e tornar as almas humanas dignas
de habitarem na Corte Divina.
E eu
realmente achava que essa série não poderia ficar melhor. Enganei-me
profundamente. Memnoch é intenso, sombrio, desafiador e, simplesmente,
incrível.
1 de dez. de 2013
You're My Pet
Depois de MUITO, mas MUITO tempo, vamos a primeira resenha de um filme Sul-Coreano do Blog. (Sugiro que respirem fundo e leiam com calma, os nomes sul-coreanos possuem uma tendência a virar um trava-línguas)
You’re
My Pet é uma produção de 2011, baseada em um mangá de mesmo nome.
Ji Eun Yi (Kim Há Neul) é uma mulher jovem e ambiciosa
que trabalha no departamento de moda de uma importante revista. Depois de
várias experiências amorosas desastrosas, ela decide que é preferível a
companhia de um pet a de um namorado. Voltando do trabalho em um dia de chuva,
Eun Yi se depara com Ho Gan Em (Jang Geun Suk), um jovem dançarino que não
gosta de fazer trabalhos domésticos. Após descobrir que Gan Em havia pago seis
meses de aluguel adiantado a seu irmão, Eun Yi se vê obrigada a aceitar Gan Em
em sua casa. Apesar de ter ficado uma fera, Eun Yi cede à proposta de Gan Em:
em troca de casa e comida, Eun Yi poderia tratar Gan Em como um pet, e ele a
retribuiria com o amor incondicional e lealdade que todo cãozinho oferece a seu
dono. E com a vantagem de entender exatamente a todos os comandos dela.
Assim
surge Momo, um animal de estimação humano. A cena em que ele assume sua
condição de pet é simplesmente linda!
Com
o passar do tempo, a relação dos dois começa a ganhar um sentido além de
dono/pet. Caso alguém pegue esse filme para ver, já aviso logo, você
dificilmente encontrará beijos cinematográficos (um selinho estático, no final
da história, no máximo, e olhe lá) em uma produção oriental, um casal andando
de mãos unidas é raro. E essas características não fazem a produção perder o
romantismo, pelo contrário até.
O filme pode ser encontrado no link de Arquivo de Downloads do Blog.
28 de nov. de 2013
A Vingança – Christopher Reich
A Vingança é a continuação da trama iniciada em A Farsa. (Então CUIDADO! Este post PODE conter spoilers!).
Seis
meses se passaram desde que a verdade sobre sua esposa foi revelado. O médico
Jonathan Ransom voltou exercer sua profissão nas missões dos “Médicos sem
fronteiras”. Apesar dos acontecimentos, ele não desistiu de sua esposa. Após
receber um convite para palestrar em um seminário internacional de medicina em
Londres, Jonathan é reaproximado da esposa. É aí que as coisas desandam novamente.
Preciso
comentar uma coisa completamente fora do livro: eu não sei como DIABOS alguém
ainda não percebeu que essa trama é PERFEITA para ser adaptada às telonas. É
intrigante, é surpreendente e o Karl Urban ficaria perfeito como Jonathan. =x
O
dinamismo de A farsa continua. A exceção de Jonathan e Emma, os demais
personagens mudaram. A trama fica definida lá pelo capítulo 21 (quase 10
capítulos a mais de introdução que o livro antecessor). Apesar do início longo,
foi algo necessário, qualquer corte ou resumo faria a trama ficar sem pé nem
cabeça.
Talvez pelo fato de você esperar uma pista em cada capítulo, fica mais fácil de identificar os rastros que alguns deles trazem. Falando como uma novata em literatura investigativa, é bem emocionante (quem sabe eu me aventure em Sherlock Holmes depois dessa Kkkk).
Fiquei
contente pelas decisões tomadas por Jonathan ao longo do enredo, além de provar
para todos que ele não era nenhum imbecil inútil, ele finalmente se tocou que
Emma não presta. (Pelo menos por enquanto acho =P).
25 de nov. de 2013
Magic Mike
Atenção Atenção meninas! Tirem os boys da sala por que Channing Tatum, Alex Pettyfer, Matthew McConaughey, Matt Bomer e Joe Manganiello não gostam de concorrência.
Magik
Mike é um filme Estado Unidense de 2012.
Mike
Martingano é um rapaz de 28 anos que faz de tudo um pouco. Uma de suas metas é
conseguir sobreviver dos móveis que ele faz a partir do material que ele
encontra depois de catástrofes como ciclones e furacões. A única coisa que
impede a realização de seu sonho, é a recusa do banco em fornecer o empréstimo
que o permitirá dar a alavancagem inicial em sua empresa. Enquanto não consegue
o empréstimo, ele sobrevive se apresentando no Xquisite, uma boate de strip. Em um de seus
bicos, ele conhece Alex (Alex Pettyfer), um rapaz de 19 anos completamente
dependente de sua irmã. Ele largou a faculdade, se recusa a trabalhar em
lugares “que vão contra seus princípios” (leia-se: em todos) e sempre arranja
confusão nas raras oportunidades que consegue.
A
história acompanha o aprendizado de Alex em todas as artes dessa profissão
durante 3 meses.
A
história em si é bem simples (para não dizer sem graça). Para falar a verdade,
eu tive apenas 5 motivos para assistir a esse filme: Channing Tatum, Matthew
McConaughey, Matt Bomer, Joe Manganiello e esses marmanjos fazendo strip tease.
=P
22 de nov. de 2013
Elfen Lied (Mangá)
Mangá criado por Lynn Okamoto e publicado entre Junho de 2002 e Agosto de 2008.
As
pessoinhas que gostam de jorros de sangue irão adorar a história. São mais de
15 mortes sangrentas em menos de 3 capítulos. E isso tudo no primeiro volume.
Lucy é uma diclonius, uma espécie mutante parecida com os humanos na forma, mas
distinguíveis por dois chifres na cabeça e pelos vetores, braços transparentes
controlados mentalmente que têm o poder de manipular e cortar objetos dentro do
alcance. Ao fugir do laboratório em que era mantida presa, o capacete de Lucy é
atingido por uma bala. Assim surge Nyu, uma garota meiga, infantil e que não
consegue falar nada além de “nyu”. Ela passa a viver com dois primos em idade
estudantil, Kouta e Yuka. Aos poucos, um triângulo amoroso surge no enredo. E
um psicopata maluco com um plano (muito perverso) para acabar com a raça humana
também. =x
Em
2004, ela foi adaptada para um anime de 13 episódios, e me atrevo a dizer que é
um dos animes mais conhecidos pela galera que curte animações japonesas (pelo
menos era no meu antigo círculo de amizades).
Eu
não gosto de citar faixas etárias, mas eu não indicaria esse enredo para
menores de 14 ou mesmo 16 anos (ou para pessoas sem um pingo de maturidade
mental, seja lá de que idade for) simplesmente por existirem cenas de nudez
explicita. É tipo, o protagonista (Kouta) tentando vestir uma menina e pegando
em seios, tentando vestir um short nela de olhos fechados... Ou ela
simplesmente invade a banheira enquanto ele está tomando banho... Enfim,
Lembrem-se de que um seinen possui publico alvo masculino... Enfim... Para
falar a verdade, algumas cenas eu não indicaria nem para menores de 18 anos.
Elfen
Lied é um mangá que lida com o fator de dupla personalidade extrema: Nyu é
quase uma criança pequena, infantil, doce, inocente. Já Lucy é uma assassina de
sangue frio que não se importa em retalhar o que quer que esteja em seu caminho
ou quem quer que tente machucar algum de seus amigos (que, por sinal, não sabem
de sua existência). A história também gira em torno das interações, ideias,
emoções e discriminações entre humanos e Diclonius.
Eu
assisti o anime já faz muito tempo, quase 10 anos acho (velhice batendo,
creeedo). Olhando somente o mangá (não lembro quase nada do anime) eu posso
encontrar uma razão para ter gostado da história: um desejo de jorros e mais
jorros de sangue e desmembramentos que volte e meia me assola (principalmente
nos momentos de raiva desvairada). xD
Meu
ultimo comentário, é que 107 capítulos estouraram a minha cota de jorros de
sangue e desmembramentos pelo menos até o resto do ano. Credo.
20 de nov. de 2013
Star Trek - The Original Série - 1ª Temporada
Apesar
de exigirem um pouco mais da minha paciência habitual eu AMO ver filmes e
séries antigos (principalmente década de 70 ou 80). Eu adoro ver as execuções
das tramas e se querem saber, algumas histórias são muito melhores dos que as
que vemos atualmente. Eu simplesmente não consigo conter a minha empolgação por
poder rever essa série. (=D)
Jornada
nas Estrelas é uma série de TV Norte Americana de Ficção Científica produzida
entre 1966 e 1969. O sucesso foi tanto, que foram produzidas CINCO séries spin-offs
e 12 filmes (14 contando com as produções de 2009 e de 2013), criando uma
verdadeira mitologia dentro desse universo e cativando centenas de fãs ao longo
de gerações (fãs que estão voltando com tudo graças aos filmes que estão sendo
produzidos). O “The Original Serie” foi adicionado posteriormente para se
diferenciar das outras produções paralelas.
A série segue as aventuras da
tripulação da nave estelar USS Enterprise, comandada pelo Capitão James T. Kirk
(William Shatner), o Primeiro Oficial Comandante Spock (Leonard Nimoy) e o
Oficial Médico Chefe Leonard McCoy (DeForest Kelley). Essa primeira fase se
passa no século XXIII.
O monólogo de introdução (epicamente)
narrado por William Shatner em cada episódio estabelece o propósito da nave:
No
episódio piloto, o capitão da Enterprise é Christopher Pike, apesar de ele não
fazer parte do elenco principal, ele possui grande importância no enredo da
série. O trio clássico composto por Kirk, Spock e McCoy (que, na minha humilde
opinião foi uma das coisas que ajudou a imortalizar a série), assume a partir
do terceiro episódio.
Assim
como a maioria das séries dessa época, o enredo não se prende a uma trama
principal. Cada episódio possui uma história independente, devidamente
concluída. Nas raras exceções, a mesma história ocupa dois episódios. Às vezes
(e muito às vezes mesmo), um episódio relata consequências de algum dos
episódios anteriores, mas vi isso acontecer somente uma ou duas vezes. Eu não
sei se o esquema de comentar os melhores episódios vai funcionar, mas veremos o
que acontece:
Episódio
04 - The Enemy Within: Uma falha no sistema de transporte divide as duas forças
existentes dentro de Kirk. É o que eu sempre digo, toda mulher gosta de garotos
malvados (nas doses certas, é claro). Esse episódio foi considerado um dos 10
melhores de toda a série pela IGN, um dos melhores portais sobre videogame dos
Estados Unidos, juntamente com “Where No Man Has Gone Before”, “The Naked Time”
e “Balance Of Terror”, todos da primeira temporada.
Episódios
15 e 16 - The Menagerie (partes 1 e 2): Capitão Pike está de volta... Bem, o
que sobrou dele, pelo menos. Esses dois episódios fazem o piloto da série
ganhar (muito) sentido. E, se por acaso, a pessoa não viu o piloto, sem
problemas, O EPISÓDIO REPRISA ele para você. E temos Spock mostrando um pouquiiiinho de seu
lado sentimental, o que sempre rende episódios consideravelmente bons. Outra
coisa que, geralmente, faz os episódios de Star Treck serem ótimos é quando
colocam a confiança entre Kirk/Spock – Spock/Kirk em cheque, fica muito lindo. (*-*)
Preciso dizer que foram esses episódios que renderam ao Spock (e ao Sr. Leonard
Nimoy) o título de soberano do meu coração enquanto Trekker.
Episódio
24 – Space Seed: Eu NECESSITO destacar esse episódio! Primeiro por que ele
possui a (épica) participação do ator Ricardo Montalbán. Segundo por que esse
episódio rendeu DOIS FILMES, um em 1982 e outro em 2013. Esse episódio foi
destacado com um dos melhores da série tanto pela IGN quanto pela Entertainment
Weekly, uma das revistas de
entretenimento mais conceituadas dos Estados Unidos. O episódio gira em torno
de uma nave da (nossa) década de 90 é encontrada vagando pelo espaço. Nela, 72
humanos geneticamente modificados são mantidos congelados. Seu líder, Khan, é o
primeiro a despertar.
(Se
a postagem não tivesse ficado tão grande, acho que eu marcaria mais uns 2
episódios). =P
17 de nov. de 2013
Outra Volta no Parafuso – Henry James
Autor americano do século XIX, Henry James foi considerado um dos pioneiros no uso de “flash-back” e da narrativa indireta. Durante sua vida, ele teve oportunidade de conviver próximo a ícones como os escritores franceses Gustave Flaubert, Émile Zola e Guy de Maupassant e o romancista russo Ivan Turgueniev.
Apesar
da minha (grande) tendência a perder o fio da meada, eu adoro a narração
indireta. A sensação de que a história está, de fato, ocorrendo com você é
revigorante.
Pois
bem, ainda nas primeiras paginas, o leitor é colocado no lugar de um rapaz que
está escutando uma história de seu amigo. É uma pequena contextualização da
personalidade de quem contará a história, e alguns comentários que nos fazem
morrer de curiosidade. Tudo o que eu consegui imaginar até essa parte (pagina
15 da minha edição), é que se trata de uma história de suspense ou de terror
(socorro).
Um
fato curioso (e completamente fora do enredo) é que, por algum motivo, eu
encontrei certa convergência com o tipo de história que eu gosto de montar.
Tipo, a garota, não necessariamente interiorana, mas que vem de uma realidade
menos favorecida encontra-se com um rapaz de status (que sempre é elegante, orgulhoso,
sedutor e fechado a qualquer tipo de relacionamento). Os desdobramentos desse
encontro, é claro, formam o enredo da história. Por sinal, eu achei a
semelhança impressionante, e olha que eu nunca havia lido esse livro.
Toda
a narração é feita indiretamente, a história é contada através da ótica da
personagem principal. Talvez, por causa disso, o desenvolvimento ficou um tanto
confuso e fragmentado. As coisas que a governanta vê e faz
se confundem com as coisas que ela pensa e conclui, a linha entre uma coisa e
outra é muito tênue. E os parágrafos longos (até demais) contribuem ainda mais
para essa confusão.
Ao
ler sobre a história, achei que tinha dado o azar de ter pegado outro livro de
terror (ainda traumatizada pelo Contos de Amor, de Louca e de Morte).
Felizmente, se trata de um “simples” suspense. A abordagem fragmentada que a
narração indireta trás à história acentua ainda mais esse suspense, afinal, a
única visão que temos dos fatos é a que a governanta possui. Enquanto vemos uma
parte do todo, várias outras se escondem.
Fiquei
muito contente em saber que as coisas ficam mais claras nos últimos capítulos,
estava começando a ficar bastante desanimada com o desenrolar das coisas.
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