20 de jan. de 2014

Coleção Biblioteca Gazeta Mercantil (3 e 4)



Assim como todos os livros dessa coleção, as poucas páginas (são no máximo 70) permitem uma leitura rápida. Ao mesmo tempo, ela pode ser feita á medida em que o leitor precisa de determinado assunto.

Volume 3 – Divulgue seu negócio (Mike Park) – A frase “O Marketing é a alma do negócio” nunca foi tão verdadeira. De maneira rápida e de fácil entendimento, o livro dá dicas praticáveis de como aplicar e aprimorar a maneira com que a empresa lida com a divulgação de sua marca e de seu produto, envolvendo assuntos como imagem da empresa no mercado, maneiras de se lidar com a mídia e melhorar o impacto promocional da mesma.





Volume 4 – Entrevistas bem-sucedidas (Mike Levy) – Se você não estiver preparado para encarar as entrevistas de nada adiantará ter trabalhado tanto para encontrar uma vaga no mercado de trabalho. O interessante desse livro, é que ele foi preparado para o entrevistador. Mas nada impede que um entrevistado não o aproveite.


18 de jan. de 2014

White Collar – 4º Temporada


Cuidado! Esse post pode conter SPOILERS!


Talvez por ter se acostumado com a ideia de ser constantemente caçado, cada vez que acurralam Neal Cafrey, ou o fazem se sentir coagido, ele foge. Mais do que isso, ele desaparece e se reinventa. Foi justamente isso que aconteceu na terceira season finale de White Collar. Temendo ser retirado de sua amada Nova York, afastado de Peter e de todas as pessoas que se tornaram importantes para ele e preso indefinidamente a um carrasco como o agente Kramer, Neal foge. É claro que Mozzie o acompanha.

De volta para sua querida Nova York (que vocês terão que assistir aos episódios para saber como isso ocorreu), Neal volta a se comunicar com Ellen Parker, talvez a única pessoa que o conhece desde a infância. Cansado de fugir, ele quer saber o que realmente há por trás de sua própria história, principalmente sobre seu pai (a única informação que Neal possui sobre ele, é que ele supostamente, era um policial corrupto).

Episódio 06: Uma antiga história americana dizia que, mesmo no século XXI, ainda existem aqueles que protegem um certa bandeira valiosíssima para a história americana. Essa história é tão esquecida e alternativa, que é considerada por 99% das pessoas mais uma das inúmeras teorias da conspiração existente na terra do Tio Sam... Se você já o direcionou para Mozzie, bem, acertou em cheio.

Episódio 07: Eu não queria ressaltá-lo por causa do episódio 06, mas eu REALMENTE não posso deixá-lo de fora. Primeiro por que a trama principal ganha um personagem importantíssimo: Sam Phelps, interpretado por Treat Williams (da série Everwood, uma da tantas que quero rever um dia). Segundo por que o caso envolve Peter, Elizabeth, Sara e Neal em uma situação completamente inusitada, esquisita, com grande tendência ao desastre, e divertidíssima para quem está assistindo. xD

A grande questão aqui, é que toda a relação de confiança entre Neal e Peter fica comprometida por causa das circunstâncias que envolvem Sam. Isso faz com que os episódios fiquem um pouco mais tensos que normalmente, mas nem por isso eles perdem a costumeira qualidade.

Por mais que eu fale bem da série ela tem um grave problema: todas as temporadas começam em novembro, até ai, nada de mais. Mas em dezembro e em janeiro as filmagens são paralisadas por causa da estação, ou seja, SÃO DOIS MESES SEM EPISÓDIO INÉDITO! É quase como se a série tivesse dois seasons finales e, como sempre, a espera é horrível! Chega a ser cruel em algumas situações... T-T

Episódio 10: Que por sinal foi o episódio que marcou a pausa da quarta temporada. Revelações bombásticas, literalmente, no ultimo minuto. Eu me lembro da primeira vez que o assisti, achei algumas coisas um pouco previsíveis, mesmo assim, digno do Top 5.

Episódio 12: (esse não tem muito destaque MAS eu não posso deixar de citá-lo): Desde que a adaptação de Cinquenta Tons de Cinza para os cinemas foi anunciada, o primeiro nome que foi cogitado para encarnar o Mega Empresário Christian Grey foi o de Bommer (o que fez muito sentido, embora eu tenha gostado bastante da escolha oficial). A campanha foi tão grande, que mesmo após o anuncio oficial ter saído com a escalação de outro autor para o papel, 90% das imagens e vídeos feitos pelas fãs continuam estampando a imagem de Bommer. O sucesso foi tanto que os produtores de White Collar resolveram dar as fãs uma pequena chance ouvir Bommer ser chamado de Sr. Grey (o que reforça a minha teoria de a indicação de Matt para Christian foi uma puta jogada de marketing dos produtores da série). Nesse episódio, Neal Cafrey encarna o arquiteto Willian Grey... Pena que o nome dele só apareceu uma vez no episódio todo. L


A quarta temporada foi ótima em todos os sentidos: história de fundo envolvente, histórias paralelas bem produzidas. Eu REALMENTE estou MUITO ansiosa para ver a próxima temporada (que, por incrível que pareça, ainda nem comecei a baixar... e olha que já estamos quase na season finale).

15 de jan. de 2014

O Devorador de Pecados (The Sin Eater)



Estrelado por Heath Ledger, Mark Addy, Peter Weller, Shannyn Sossamon e Benno Fürmann, esse filme de 2003 foi uma produção dos Estados Unidos e da Alemanha.

A premissa é que não existe outra maneira de ir para o Céu que não seja aderindo às práticas da Igreja católica Apostólica Romana.

A partir disso, a trama fica em torno da investigação sobre a morte suspeita de um padre excomungado e a descoberta da existência de um comedor de pecados (pessoa que, por meios rituais, assumiria por meio de comida e bebida os pecados de uma família ou de uma pessoa, caso elas tenham sido execrados pela Igreja).

O clima de todo o filme é tenso. Acho que acabo ficando assim em toda história que se relacione com a religião católica. Ao mesmo tempo, eu adoro esse tipo de história, o desafio aos paradigmas católicos (ou cristãos, tanto faz), dizer que Deus não se importa... É estranha a maneira de como algumas coisas fazem sentido (ao menos para mim).

O enredo é lindo, sério. E foi bem construído. É ótimo de se assistir e revejo sempre que posso.

12 de jan. de 2014

Cretino Irresistível – Christina Lauren

Começo a ler esse livro triplamente feliz: primeiro por que estava NECESSITANDO de algum título desse século, segundo por que estava BABANDO por essa coleção há muito tempo (questões financeiras e objetivos literários me impediram de adquiri-la) e terceiro por que esse título em específico veio com uma LINDA dedicatória de uma amiga muito querida e preciosa como presente de Natal.



Além da capa e do título, o que me chamou atenção foi a textura das folhas (principalmente nos cantos). O papel Norbrite 66,6 g/m² é mais áspero e de coloração mais cremosa que os que estão sendo publicados atualmente (ou pelo menos, dos que tenho a chance de folhear). Além do conforto à visão, a aspereza da folha dá um charme à mais no desencadear da leitura.

Chloe Mills é uma mulher decidida, esperta e segura de si. Sempre dedicada e focada em seu trabalho, Chloe sempre foi bem vista pelos donos da empresa em que trabalha e nunca havia tido problema em controlar suas ambições sexuais. Pelo menos não antes de Bennet Ryan chegar da França e assumir o posto de seu chefe. “Exigente, insensível, sem consideração... E completamente irresistível”. De fato, um belo cretino.

(Diferentemente da história de Cinquenta Tons) Não há amadores nesse jogo de recompensas e punições, tanto Chloe quanto Ryan sabem exatamente do que gostam de fazer e de receber. Eles sabem fazer as jogadas certas, no momento certo e da maneira certa. E ambos gostam de comandar a partida.

A narração é feita em primeira pessoa. Mas a JOGADA DE MESTRE dessa autora foi revisão os capítulos entre os personagens. Se em um capítulo temos Ryan descrevendo a f*** no provador da loja de lingeries, no outro Chloe nos mostra como foi o pós-f***, por exemplo.

Agradou-me bastante o fato de Chloe ter personalidade tão forte quanto a dele. Agradou-me o fato de ele ter percebido que sim, ele realmente era um babaca de marca maior com ela. Agradou-me o fato de ela ter percebido que, se ele, sendo tão exigente quanto era em seu ambiente de trabalho, a manteve durante tanto tempo como sua estagiária, era por que ele sabia que ela era competente o suficiente para conseguir responder a essas expectativas. Agradou-me o fato de eles terem chegado a um relacionamento de igual para igual no final do primeiro livro.

E o romance? Há bem pouco na verdade. Superficial? Provavelmente (o maior dilema aqui é se Chloe vai arriscar sua carreira expondo/mantendo sua relação com o chefe). Melhor ou pior que Cinquenta Tons? Apenas menos polêmico (Bennet exige dedicação e competência no ambiente de trabalho). A narrativa é melhor e mais dinâmica (já que temos os dois lados da história). Fora que não há aquela necessidade esmagadora por controle. Christian ou Bennet? BENNET. 

(E a leitura veio em um ótimo momento para a minha fanficion =x)

6 de jan. de 2014

Desafio Um Ano Sem (Comprar) Livros

Sim, eu tenho. E você?
A Taiga Scaramussa, do blog Idiossynkrasis começou o desafio pessoal de ficar umano sem comprar livros. Eu me identifiquei bastante com esse desafio então resolvi entrar na onda.


Comecei a comprar livros desde o meu primeiro estágio, em 2011 (comprei o box Diários de um Vampiro com meu primeiro salário) por que nunca tinha o que ler e não havia encontrado a área de ficção na biblioteca da minha faculdade. Desde então eram 3 ou mesmo 4 livros todos os meses. Depois que mudei de estágio, e o meu salário melhorou, cheguei a comprar 7 na mesma compra (na verdade o meu máximo foram 10 livros a 9,90 cada, o ultimo peixinho do meu ultimo salário dessa empresa. kkk)

Estou com a resolução de parar de comprar livros desde março de 2013. Nessa época, eu tinha 37 para serem lidos e 0 de noção para algumas coisas (tanto que continuei comprando mais ou menos até setembro, mês em que fui despedida do estágio). O pior foi perceber que usava a compra de livros para compensar frustrações em outras áreas da minha vida... Aí ficava mais frustrada por ter novas dividas a pagar... Aí buscava consolo nas livrarias... Atualmente, a minha lista de “Livros para serem lidos”, está por volta do numero 69. (Sim, falhei miseravelmente na missão de 2013 kkkk)

Essas são as minhas leituras imediatas
(atualmente com 19 títulos) 
Mas de lá pra cá eu peguei alguns macetes que me ajudaram bastante a me controlar. Desativei todas as notificações por e-mail, “descurti” todas as páginas de livrarias, editoras e afins do Facebook, parei de acompanhar os preços dos livros pela internet e juro que consegui passar dois meses sem sequer entrar em uma livraria física. Não conheço muitos sebos na minha região (na verdade, conheço dois e mais um outro pelo nome e pelo proprietário) e encontrei a Biblioteca Publica de Vitória apenas recentemente (e sempre achei os prazos de biblioteca muito curtos pro meu ritmo de leitura), então não há perigo de cair em tentação com eles.
Acho que hoje está mais fácil de controlar esse vício...


Esse desafio possui algumas regras, feita pela própria Taiga:
  •          Não posso comprar nenhum livro, exceto se for para presentear alguém.
  •      Em casos de eventuais “amigos-livros” de finais de ano, a participação é liberada. A intenção não é me isolar socialmente de uma das coisas que mais gosto, mas sim controlar o gasto desenfreado e o mais importante: retornar (e manter) o hábito de leitura. (E desafogar o espaço de “Livros pra ler”)
  •       Ganhar livros também é permitido, mas não posso pedir, tem de ser algo completamente espontâneo.

Aqui está o resto
(50 títulos)
(Não vou citar a regra do Skoob e dos livros em PDF. Primeiro por que não tenho Skoob (não consegui me adaptar àquela coisa) e segundo por que não gosto de ler livros on line).

Mas eu preciso abrir uma exceção para QUATRO livros: Contos Inacabados e Os Filhos de Húrin (ambos do Mestre Tolkien) e Sangue e Ouro e Lasher (ambos de Anne Rice) já que preciso deles para ler alguns dos livros que estão na lista de “Para ler”.

A ideia também é, volte e meia, contar experiências sobre essa “abstinência”.

5 de jan. de 2014

Cinco Minutos – José de Alencar



Eu já tinha lido essa novela antes. Mas ano passado, uma amiga minha me disse que se lembrou de mim quando a leu e acabou me emprestando para que eu a relesse.

A narração é feita em primeira pessoa. O narrador é um homem que, por causa de um atraso de cinco minutos perde o ônibus e tem sua vida mudada por uma desconhecida com o rosto oculto por um véu.

Contado sob a forma de uma carta do jovem à sua prima, este livro é um exemplo clássico do estilo Romântico ao mostrar um amor puro, casto, duradouro e curativo, sentido por duas almas gêmeas perfeitas, com o destino interpondo-se no caminho e resolvendo-se no final.

Não há muito do enredo que eu possa falar. Por ele ser curto, qualquer coisa falada poderia ser um grave spoiler que arranharia a beleza do texto. Mas posso dizer que é uma leitura muito gostosa, principalmente para os fãs de histórias mais “água com açúcar”.

Escrito em 1856, José de Alencar (1829 – 1877) é um dos maiores escritores do Brasil.

Por muito tempo, as edições da L&PM Editores foram as minhas favoritas e minhas prioridades quando o assunto era a compra de livro: as edições são baratas (raramente encontrei uma que ultrapassasse 22 reais) e a quantidade de títulos, enorme. À medida que o tempo foi passando (e que meu poder aquisitivo foi melhorando), fui me tornando um pouco mais seletiva em relação á qualidade dos livros adicionava à minha biblioteca particular (tanto é que quase todos que eu possuía foram substituídos por outras edições). Ainda assim, recomendo-a, principalmente á leitores iniciantes ou com grana curta.