12 de ago. de 2013

Abraham Lincon, O Caçador de Vampiros (Abraham Lincoln: Vampire Hunter)



Filme Americano de 2012 de ação e fantasia, baseado em um livro de mesmo nome.

O enredo tem como foco o personagem real de Abraham Lincoln, o 16º Presidente dos Estados Unidos (1861–1865). Mas aqui ele é, secretamente, um caçador de vampiros.

Confesso que quando vi o trailler, fiquei com pé atrás, é raro ver esse tipo de mistura ser bem feita. Mas quer saber, me enganei, e muito por sinal. A sequência histórica dos fatos, como a evolução política de Lincon, discursos, ideais e etc. foram bem trabalhados. O resultado ficou excelente.

O filme é ótimo, os vampiros são tradicionais, criados para assustar, os efeitos especiais foram bem feitos, e eu não sabia que um machado poderia fazer tanto estrago!

Dirigido e produzido por Timur Bekmambetov e por Tim Burton, o filme foi estrelado por Benjamin Walker, Dominic Cooper (Mamma Mia!), e o meu queridíssimo Rufus Sewell (Os pilares da Terra).


10 de ago. de 2013

Discursos que Mudaram o Mundo - Vários Autores



“Os discursos políticos estão a meio caminho entre a teoria e a prática. Guardam da primeira a capacidade de formulação e da segunda a intenção de interferir na realidade. A rigor, discursos não mudam o mundo, mas registram os resultados de mudanças ou apontam para transformações no curso da política, das sociedades, dos costumes etc. Fernando de Barros e Silva (Colunista da Folha) “


Desde o meu primeiro vestibular, em 2008, eu soube que gostaria de fazer algo relacionado à História, ela sempre foi uma das minhas melhores disciplinas, e disparado, a minha preferida. E isso não mudou na faculdade, a Teoria Geral da Administração, que basicamente mostra a evolução dessa ciência ao longo do tempo, possui grandes chances de fazer parte do meu Trabalho de Conclusão de Curso.

Digo-lhes aqui e agora, meus amigos   mesmo que tenhamos que enfrentar dificuldades, hoje e amanhã, eu tenho um soho. Um sonho que está profundamente enraizado no sonho americano.
"Digo-lhes aqui e agora, meus amigos   mesmo que tenhamos que enfrentar dificuldades, hoje e amanhã, eu tenho um sonho. Um sonho que está profundamente enraizado no sonho americano".
 Em 2010, por acaso, eu vi em uma revista da biblioteca a propaganda sobre essa coleção, fiquei apaixonada (óbvio). Fisicamente falando, eles são de ótima qualidade, e cada um dos volumes (20 ao todo), saía a mais ou menos 20 reais, incluindo o frete. Cada um dos volumes trás um pensamento que revolucionou a maneira de pensar de sua época, apenas para citar alguns exemplos: A origem das espécies (Charles Darwin (1809-1882)), A interpretação dos Sonhos (Sigmund Freud (1856-1939)), O Capital (Karl Marx (1818 – 1883)), Alcorão Sagrado, a Bíblia Sagrada, A política (Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.)) e muitos outros desse naipe.  Infelizmente consegui comprar apenas quatro no site, terei que procurar os outros nos sebos (isso se eu consegui achar T.T).

"Ou aprendemos a caminhar juntos pela paz e harmonia, ou partimos à deriva para a ruína, a nossa e a dos outros.(...)
(...) Não existe paz sem um amor apaixonado pela paz. Não existe paz sem uma vontade feroz de construir a paz.
A paz é um canteiro aberto a todos e não apenas aos especialistas, sábios e estrategistas.A paz é uma responsabilidade universal: ela passa por mil pequenos atos da vida cotidiana. Pela sua maneira de viver com os outros, os homens fazem a sua escolha pela paz ou contra a paz."


Na verdade, eu já tinha começado a ler “Os Discursos que Mudaram o Mundo” antes, mas tive que parar por que na época eu mal parava em casa, ficava o dia todo na escola, chegava a minha casa só a noite e morta de sono, e esse não é um livro que se possa sem um dicionário ao lado. Aproveitei as férias e comecei a lê-lo novamente.

"Lembremo-nos que uma atitude civilizada não é um sinal de fraqueza, que é sempre necessária uma prova de sinceridade. Não negociaremos sob o império do medo. Mas não temos medo de negociar."
Bom, o livro contém 27 discursos internacionais (traduzidos, é claro), e quatro brasileiros (que podem não ter mudado o mundo, mas definitivamente alteraram nossa história). A maioria deles está historicamente inserido no contexto das Duas Grandes Guerras (1914 a 1945), e as repercussões (e conseqüências) das mesmas em diferentes países do mundo (Cuba, Chile, Índia, etc.). 
 
"Não tenho nada mais que oferecer do que sangue, labuta, lágrimas e suor"
Para os aficionados por história (como eu), esse livro apresenta as Teses de Abril (Lênin), os 14 pontos de Wilson (que influenciaram sensivelmente o Tratado de Versalhes) e o discurso de Roosevelt que marca a entrada dos EUA na Primeira Guerra Mundial.
"Comprometemo-nos a construir uma paz completa, justa e duradoura. (...) uma nação arco-íris, em paz com ela própria e com o mundo".
Lênin, Mussolini, Hitler, Stálin, Gandhi, Fidel Castro, Nelson Mandela, Margaret Thatcher, personalidades que mudaram o rumo político de seus países, e que são lembrados até hoje pelo que disseram e fizeram...
"O povo deve defender-se, mas não sacrificar-se. O povo não deve deixar-se abater nem maltratar, e também não pode deixar-se humilhar."
Particularmente, eu destacaria os discursos de Martin Luther King, João Pulo 2º, Yasser Arafat e Barak Obama, assim como Nelson Mandela, eles falavam da tolerância (e respeito) entre grupos diferentes para que unidos, pudesse ser construído um caminho em direção à paz, à justiça e à dignidade de todos. Essas duas palavrinhas, tolerância e respeito, para mim, são a chave de toda e qualquer relação humana, e infelizmente, parece que foram esquecidas e enterradas por muita gente (principalmente por políticos/governantes/líderes/...).
"Penso nos momentos em que nos disseram que não podíamos e em toda essa gente que se esforçou para seguir em frente com esta fé na América. (...) Sim, nós podemos."
 Na parte brasileira está o discurso mais antigo, proferido em 1823 por D. Pedro I, na abertura da Assembleia Geral Constituinte e Legislativa. Também está o que mais me surpreendeu: o de Afonso Arinos, em 1954, com o discurso que é considerado por muitos historiadores como o início do fim do governo de Vargas. Surpreendeu-me por que algumas passagens (as que estão na imagem) podem ser perfeitamente ditas no contexto atual, e acho que basicamente, é o que esse monte de protestos está querendo gritar. Jucelino Kubichek e Jânio Quadros encerram o volume.
"(...) existe no Governo deste País um grupo de criminosos e que os negócios de nossa Republica estão sendo conduzidos ou foram conduzidos até agora sob a guarda de egressos das penitenciárias ou pretendentes às cadeias.(...)
(...)Presidente, lembre-se Vossa Excelência das incumbências e das responsabilidades do seu mandato; lembre-se dos interesses nacionais que pesam não sobre a sua ação somente, mas sobre a sua reputação.(...)
(...)Tenha a coragem de perceber que o seu Governo é, hoje, um estuário de lama e um estuário de sangue."
A Folha de São Paulo faz ótimas coleções a preços melhores ainda. O frete é barato, a entrega é feita dentro do prazo e os produtos chegam sem dano algum, tudo é feito com muito capricho. Não tenho reclamações, pelo contrário, recomendo sempre que posso.

9 de ago. de 2013

Cinquenta Tons Mais Escuros - E. L. James



AVISO AOS NAVEGANTES: Esse post PODE CONTER (provavelmente vai) CONTEÚDOS CLASSIFICADOS COMO ADULTOS e/ou spoilers.


Quando reli o que escrevi sobre 50 Tons de Cinza, percebi que não falei nada sobre a história em si. Grave erro que pretendo sanar nesta postagem e na sobre o ultimo livro da série.

Acho que entendi por que essa coleção foi um sucesso tão grande de vendas. Atualmente vemos e ouvimos muita coisa sobre sexo, está se tornando algo comum, corriqueiro demais. Novelas, filmes, músicas (barulhos como o funk na verdade). Esse livro se volta para o PRAZER pessoal e com o parceiro (a). É o conhecer o outro, confiar no outro e explorar os limites de ambos. Particularmente, eu acho muito válido que uma pessoa saiba até onde se parceiro ou sua parceira está disposta a ir ou fazer pelo outro, e de certa forma por si também (pelo pouco que pesquisei, o BDSM também se trata de conhecer seu próprio corpo, seu próprio limite).

Anastasia Steele é uma mulher que não quer se relacionar por obrigação. Ela segue o ditado: “Antes só do que mal acompanhada.” Aprendeu a se virar, a cuidar de si mesma, a conquistar suas coisas, isso não queria dizer que não se sentisse solitária, pelo contrário, mas ela sempre entendeu que se ELA não sentisse vontade, NINGUÉM poderia obrigá-la. Ela se valoriza o suficiente para não deixar que tomem decisões por ela sobre algo que é do interesse dela. Ela é uma dominadora de si mesma (não no sentido Cinquenta Tons).

Por outro lado temos Christian Grey, o sonho de 90 a cada 100 mulheres (considerando as que gostam de outras mulheres =x). Lindo, charmoso, educado, podre de rico, disposto a gastar horrores, de gosto refinado, seguro de si, independente (digno da literatura de banca de revista). Mas ao mesmo tempo, Christian é traumatizado, reflexo de seu passado cruel. Ele se torna um homem controlador (eufemismo quando se sabe os extremos que ele vai). Ele quer dominar, e encontra na pratica de BDSM, uma maneira de, literalmente, controlar uma mulher.

Eu acho que, de certa forma, os dois são dominadores, ao mesmo tempo em que os dois são dominados. Eles acabam se alternando na dominância da travessura, inconscientemente ou não. E não há monotonia, eles sempre estão querendo/fazendo/propondo algo novo, um lugar diferente, um brinquedo diferente, um desafio, uma aposta. Os dois exploram juntos o que um pode proporcionar ao outro, respeitando o limite que cada um possui. E, de quebra, levam o conceito de “resolver os problemas na cama” a outro nível.
Bom, no segundo livro, Grey está disposto a passar por um relacionamento baunilha por Ana, ao passo que Ana se dispõe a passar por algumas brincadeiras para satisfazer Grey. Aos poucos, ela vai conhecendo melhor a personalidade do Sr. Cinquenta Tons, juntamente com seu passado sombrio. Mas ainda precisa lidar com a personalidade difícil de Christian e tudo o que ele carrega consigo.

7 de ago. de 2013

Sinbad – 1º Temporada


Além das séries que eu acompanho normalmente, eu sempre pego uma que já foi cancelada para assistir quando eu não tiver episódio novo para ver. 

Nas férias de Julho, uma das escolhidas foi Sinbad, exibida em 2012.

Na série, Sinbad (Eliott Knight), um jovem de 21 anos que cresceu nas ruas de Basra, parte para o mar após ser amaldiçoado pela avó, em decorrência da morte de seu irmão, Jamil (Devon Anderson). A ação propriamente dita tem início após uma forte tempestade, que faz os tripulantes do navio Providence se unirem para sobreviver em um universo de misticismo fantástico. Um dos vários obstáculos a cruzar o caminho de Sinbad será o vilão Lord Akbari (Naveen Andrews).

Inicialmente, eu não dava nada pela série, parecia mais uma daquelas que não teria nexo. Surpreendi-me, por que ela é bem legal na verdade. A mistura do misticismo, da fantasia, e as situações em que os personagens são colocados foram dosadas na medida certa, e gerou muitos pontos positivos para a série. Os atores Sophie Okonedo (Mrs. Jones, Stormbreaker), Timothy Spall e Evanna Lynch (Pedro Pettigrew e Luna Lovegood, franquia Harry Potter) foram escalados para participações especiais.

Confesso que um dos motivos que me chamaram atenção foi o ator Eliott Knight (Simbad), as imagens iniciais dele foram bem atrativas. Mas quem roubou minha atenção no final das contas foi o personagem Gunnar, interpretado por Elliot Cowan, óbvio que um grandalhão musculoso iria chamar atenção estando no meio de “homens-tábua”, (uso óculos, mas não sou cega (xD)), e o fator “desafio da conquista” me puxou novamente.
É uma série rápida de se assistir, e bem agradável também, infelizmente, ela foi cancelada ainda na primeira temporada, não sei dizer qual foi o motivo. Pelo final do ultimo episódio, a segunda temporada seria promissora. Pena que não foi renovada. =/

5 de ago. de 2013

O Engenhoso Fidalgo D. Quixote da Mancha – Miguel de Cervantes

Lindos não?


Do original El ingenioso hidalgo Don Qvixote de La Mancha, teve sua primeira edição publicada em 1605 em Madrid. Na obra, Cervantes satiriza as novelas de cavalaria e seus misticismos e códigos de conduta medieval, ideais ultrapassados pelas concepções renascentistas. A segunda parte foi publicada em 1615.

D. Quixote, pequeno fidalgo castelhano e leitor assíduo de romances de cavalaria de tão apaixonado, busca viver as histórias de suas leituras. Em seus devaneios, transforma moinhos de vento em gigantes, rebanhos em exércitos e cortesãs em donzelas. Ao mesmo tempo, ele revela grande sabedoria em seus momentos de lucidez.

Por que comprei os livros? Dois motivos:
  • Desde 2009, tenho me interessado mais pelos clássicos, os marcos que cada período literário, apogeu, destaques, estilos (e realidades) de diferentes países, etc.
  • Coleção Clássicos da Abril Coleções: 30 obras impressas com capa dura em tecido e páginas em papel nobre, vendidos originalmente a R$14,90 cada um. Coleciono desde 2010, ano de lançamento, atualmente a coleção é encontrada em sebos, ou em algumas livrarias se você der sorte. Se você for mais sortudo ainda é capaz de achar os exemplares a R$9,90 cada.
D. Quixote e a princesa Micomiconda Gravura de Gustave Doré
Confesso que me identifiquei um pouco com D. Quixote, se colocar nas histórias lidas, criar seu próprio mundo e ali se refugiar, eu faço muito isso, principalmente antes de dormir, é quase um pré-sonho (isso existe?). Também busco esse escape quando estou com muita raiva (personagens fictícios são ótimos sacos de pancadas). Aproximo-me igualmente de Sancho Pança, escudeiro de D. Quixote: pé no chão, realista, pessoa simples, que tenta trazer o sonhador de volta ao que está ao seu redor, é o sonho que acaba e voltamos à realidade que nos cerca.

A segunda parte, terminada em 27 de Junho, foi mais fácil de ler que a primeira, não só por já ter me acostumado com o estilo de escrita de Cervantes, mas também por contar histórias que não se limitam à D. Quixote, como o conto entre Camila, Anselmo e Lotário (gostei muito por sinal).

A entrada de novos personagens tornou a leitura mais dinâmica, diferente da primeira parte, que era mais arrastada. É uma leitura bem prazerosa, do tipo que te prende sem que bata aquela vontade de devorar páginas e mais páginas em uma tacada só, a minha dose certa foram 6 a 7 paginas por vez.

Considerado por muitos o expoente máximo da literatura espanhola, eleito maio de 2002, como a melhor obra de ficção de todos os tempos. Particularmente, acho que essa é uma ótima aquisição, agrada a gostos diferentes e até a todos os bolsos (já achei edições que vão desde R$22,00 cada volume até edições de luxo de mais de R$120 o volume único).

2 de ago. de 2013

Doramas, afinal de contas, o que são?




“Dorama é a definição generalizada do gênero série de televisão oriental, seja J-Drama (drama japonês), K-Drama (drama coreano), TW-Drama (drama taiwanês), C-Drama (drama chinês). Também existem os Live-Actions (J-Movie, K-Movie, TW-Movie, C-Movie), filmes que, assim como os doramas, podem ou não ser baseados em títulos de sucesso de mangás ou animes.

São equivalentes às nossas minisséries, e como todo seriado, podem ser de amor, ação, musical, espionagem, adulto, comédia, etc.

O que me conquistou nos Doramas é que eles não possuem nenhum tipo de apelação, para vocês terem uma idéia, é raro achar um casal que de um “beijo dinâmico”, a maioria só faz um “encostar de bocas”. Além disso, as histórias são leves, não estou dizendo que não acontecem tragédias (por que alguns são piores que novela mexicana), mas elas não interferem na classificação do dorama.

Em todas as histórias que eu já assisti, existem quatro figuras carimbadas:     (essa é uma classificação própria, fiquem a vontade para discordar)
  1. A protagonista: em grande parte dos casos ela é o alvo de toda e qualquer tragédia do enredo, e tem de qualquer tipo, sonsinha, mandona, vingativa, tímida, batalhadora, insistente, teimosa, chorona, quase sempre possuem um talento nato de se meterem em problemas, isso quando elas não geram o problema.
  2. O protagonista: rapazes lindos e maravilhosos, exemplo de perfeição, quase sempre começarão a trama como aquele que todas em volta querem (inclusive a protagonista), mas que, do alto de um pedestal de “eu sou muita areia pro seu caminhãozinho”, maltratam a pobrezinha até o episódio em que admite gostar dela.
  3. O “amigo arroz”: Sim, o tão incomodo amigo arroz encarna um verdadeiro príncipe montado em um cavalo branco, que salva a protagonista das confusões e humilhações (muitas vezes causadas pelo protagonista). Amigo de todas as horas, gentil e acolhedor, é o rapaz que só quer que a garota seja feliz, mesmo que seja com outra pessoa. É raro acontecer, mas às vezes podem haver mais de um. (Eu ainda quero ver um dorama em que ela termine com esse cara).
  4. A turma “do contra”: são responsáveis por todo e qualquer desencontro e/ou discussão entre os protagonistas, podem ser um amor de infância (geralmente dele), um familiar (dele), ou uma mulher que parece ter sido feita sob medida para o protagonista, ou só alguém que aparece do nada e se declara para a protagonista. De qualquer maneira é essa turma que vai aprontar a história inteira. Essa força contrária ao amor dos pombinhos não precisa ser uma pessoa específica, pode ser uma situação ou mesmo algo que um dos dois simplesmente acha que não está certo no outro.
Meu vício começou há uns três, talvez quatro anos com Full House, desde então já devo ter visto uns 10. Realmente gostaria de ter visto mais, mas a falta de tempo e o fato de que eu coloco muitas coisas na frente da minha vontade de vê-los tem me atrapalhado um pouco. Pretendo retornar com esse hábito. Não sei quando, nem com qual história, mas definitivamente voltarei a assisti-los.