De uma vampira milenar direto para outra adolescente! Traída foi sorteado como a segunda leitura da Maratona Literária #Eutodeférias (e confesso que já estava doida para lê-lo).
O Segundo livro da série House of Night se passa menos de um mês após os acontecimentos narrados em
Marcada, e dessa vez, sinto dizer, mas a sequência dos livros é de suma importância para o entendimento da história.
Zoey ainda está lidando com sua condição singular, sua marca (que já era diferente) se expandiu, para completar, várias coisas começam (das quais não vou comentar pelo alto risco de spoiler) a acontecer praticamente ao mesmo tempo dentro da Morada da Noite.
Mas uma coisa eu posso falar: Zoey muda a maneira de ver algumas pessoas e uma delas é Aphrodite. Ela percebe que, talvez, exista alguém muito mais perigosa que a ex-líder das Filhas das Trevas e muito mais próximo.
Vejamos e convenhamos, a própria Zoey não é lá tão santinha. Usando as palavras dela: "Eu queria o Heath" (ex-namorado humano dela). "Eu desejava o Erik" (atual quase namorado). "Estava intrigada com Loren" (vamp professor, poeta mega lindo e super charmoso).
Se Aphrodite pode ser chamada de vaca por ser mesquinha/arrogante/metida, acho que a protagonista pode ser chamada de algo parecido por desejar os três. =x Tipo, nada é consumado, embora tanto Erik quanto Heath percebem e "engolem" o fato de os dois ocuparem um espaço nos desejos de Zoey.
Há uma parte realmente, realmente MUITO triste antes neste livro. O curioso é que antes dessa tal parte, o texto vai soltando pequenas indiretas sobre o que está para acontecer, como se estivesse nos preparando para a o ápice. Para mim, foi impossível não me colocar na pele de Zoey e sofrer com ela o que sofreria se algo parecido acontecesse comigo.
Ainda assim, Traída é, até o momento, o meu preferido da série, e mal posso esperar para ler o próximo.